martes, 29 de diciembre de 2009

CAMPO ATRAI UM TERCO DOS INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS

Campo atrai um terço do investimento estrangeiro
Mauro Zanatta, Fabiana Batista e Alda do Amaral Rocha, de Brasília e São Paulo
29/12/2009
Texto: A- A+
O interesse externo pelo agronegócio aumentou e se materializou no ingresso de US$ 46,9 bilhões
Quase um terço dos investimentos estrangeiros diretos (IED) feitos no país entre 2002 e 2008 se destinaram a atividades ligadas ao campo. O interesse externo pelo agronegócio aumentou e se materializou no ingresso de US$ 46,9 bilhões - 29,5% do IED total -, revela estudo inédito do Banco Central. Em 2009, apesar da crise e do arrefecimento da febre das commodities, algo entre US$ 5 bilhões e US$ 7 bilhões vieram ao país com a mesma finalidade.
A maior parte dos investimentos foi para a ampliação das operações da agroindústria fornecedora de insumos. A compra de terras avançou. Nos 11 Estados responsáveis por 90% dos registros, há 1.396 municípios com comunicado oficial de terras compradas por estrangeiros. Em 124 desses municípios, metade das áreas de médias e grandes propriedades está em nome deles, que, no total, têm a posse de 3,6 milhões de hectares nas regiões Sul e Centro-Oeste, além de São Paulo, Minas, Bahia, Pará, Tocantins e Amazonas.
Os alvos são o grande potencial das terras para produzir commodities e matérias-primas para biocombustíveis, além da própria valorização das propriedades, como mostram as recentes incorporações das usinas da Santelisa Vale pela francesa Louis Dreyfus e do grupo Moema pela americana Bunge. Na moagem da cana, a fatia estrangeira dará em 2010 um salto de 8 pontos percentuais, para atingir 20% do total.
Fundos de investimentos e de hedge são os mais ativos na compra de terras brasileiras, avalia o professor Dung Nguyen, da Universidade de Pittsburgh (EUA), um especialista no assunto. "O interesse não é tanto de ir para o Brasil produzir alimentos, mas investir em terras com a expectativa de que elas se valorizem". O estudo do BC aponta que quanto maior o IED na agroindústria, menor o valor da produção agropecuária - quando a concentração agroindustrial aumenta e o poder das empresas cresce, os ganhos dos produtores diminuem.

viernes, 25 de diciembre de 2009

FABRICAS DE PAPEL E MADEIRA

Madeira: Negócio é alternativa de suprimento às fabricas de papel e móveis
Fundos florestais estimam investir R$ 4 bi no Brasil
Marli Lima e Stella Fontes, de Curitiba e São Paulo
23/12/2009
Texto: A- A+
A indústria brasileira de celulose e papel e setores que utilizam madeira como matéria-prima veem com otimismo o ganho de musculatura de um importante aliado: fundos de investimento com foco no negócio florestal. Nos próximos anos, a atuação das chamadas "timos", do inglês Timberland Investment Management Organizations, deve crescer no Brasil, na esteira da expansão de demanda por madeira e da reconhecida competitividade do país na área florestal. Conforme projeção dessa indústria, que ainda dá os primeiros passos no país, pelo menos R$ 4 bilhões em aportes deverão vir pelas mãos de investidores institucionais nos próximos cinco anos. Recentemente, os grupos Suzano , Klabin e Irani firmaram operações com fundos dessa natureza.

Somente no Paraná, segundo a consultoria Consufor, especializada em negócios de base florestal, mais de 50 mil hectares estão em análise por fundos de investimento e há a expectativa de que negócios sejam fechados no primeiro semestre de 2010. No Brasil, estima-se que as terras em negociação somem aproximadamente 200 mil hectares de área plantada, distribuídas em oito Estados, e há projetos em andamento para novos plantios, em parceria com indústrias do setor florestal ou não.

Os nomes das empresas e fundos envolvidos são mantidos em sigilo. "Todas as timos que atuam aqui estão em busca de mais negócios e outras devem desembarcar no país", diz uma fonte que não quer ser identificada. Nederson de Almeida, sócio da Consufor, afirma que o setor madeireiro passa por um momento único, depois de enfrentar dificuldades nos últimos anos por causa de câmbio e de queda nas exportações.

Segundo ele, os fundos de pensão veem as florestas como investimento atrativo, de baixo risco e retorno seguro no longo prazo. "2010 deve ser um ano aquecido", prevê. Neste semestre, Funcef e Petros injetaram R$ 550 milhões no Florestal Fundo de Investimentos em Participações (FIP), que pertence à Florestal Investimentos Florestais. A companhia tem como sócios a J&F Participações, que controla a JBS Friboi, e o empresário Mário Celso Lopes. A meta da Florestal, diz Lopes, é ater 215 mil hectares de florestas de eucalipto em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Segundo o principal executivo e um dos fundadores da Brazil Timber, José Leal, além dos fundos de pensão, outras fundações e seguradoras também são investidoras tradicionais desse mercado no exterior. "Há um crescente interesse do investidor pessoa física com patrimônio elevado", acrescenta. A Brazil Timber, diz Leal, foi a primeira companhia de capital nacional no setor e gerencia, atualmente, US$ 230 milhões em ativos florestais, valor que deverá duplicar em 2010 e novamente duplicar em 2011. "O Brasil está na moda e as florestas estão na moda. Floresta é hoje o sonho de consumo do investidor de longo prazo", garante.

A atuação das timos é antiga nos Estados Unidos e Europa, mas relativamente nova no Brasil. As primeiras aquisições feitas aqui ocorreram no Paraná e em Santa Catarina nos últimos 10 anos. "Hoje, as oportunidades não são tão abundantes como antes e os negócios estão se expandindo para outros estados, como Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul", explica Almeida. Ele acrescenta que, antes, o interesse era focado em pinus, em florestas existentes, mas fazendas de eucalipto e novos plantios passaram a ser avaliados de três anos para cá.

O caso mais recente negócio envolvendo uma timo ocorreu na semana passada, quando a Suzano Papel e Celulose acertou a venda, por R$ 311 milhões, de cerca de 50 mil hectares de terras em Minas Gerais. Inclui 13 mil hectares de eucalipto que passaram para as mãos de dois fundos estrangeiros. A companhia vendeu ativos não operacionais, que não serviriam de base para futuras expansões nem para suprir suas fábricas atuais.

De acordo com o diretor de relações com investidores, novos negócios e estratégia da Suzano, André Dorf, trata-se de uma indústria nascente no país, que vai fomentar o mercado secundário de madeira. "Tanto o setor de celulose quanto outras indústrias que usam madeira serão atendidos. O primeiro impacto é a maior disponibilidade do produto", afirma. Ele pontua que a Suzano não avalia no momento outras operações nos moldes da firmada com os fundos Mata Mineira Investimentos Florestais e Fazenda Turmalina Holdings.

Outra transação foi feita em setembro, quando a Celulose Irani informou que vendeu 3,2 mil hectares de terras com florestas de pinus em Caçador (SC), por R$ 27,5 milhões. Quem gerencia essa floresta agora é a GFP, o maior e mais antigo fundo em atuação do Brasil. Numa variação desse tipo de parceria entre indústria e investidores, a Klabin, maior fabricante brasileira de papéis para embalagens, iniciou neste semestre o plantio de florestas junto com um fundo europeu. O contrato prevê aporte inicial de US$ 20 milhões do parceiro e US$ 5 milhões dela, que também entrou com a tecnologia florestal.

Reinoldo Poernbacher, diretor-geral da Klabin, disse que contribuiu para o desenvolvimento desse modelo de negócio a queda da taxa de juros e do risco Brasil, que antes levavam os investidores estrangeiros a pedir taxas de retorno muito elevadas. Isso inviabilizava as parcerias. No longo prazo, investidores poderão responder por 20% da sua base florestal, ante 20% de fomento e 60% de área própria.

Para o analista Leonardo Alves, da Link Corretora, o modelo de parceria com fundos parece mais interessante às produtoras de papel do que para as fabricantes de celulose, que têm na área florestal um importante fator de rentabilidade. "As empresas de celulose investem pesadamente na genética das florestas porque elas são estratégicas do ponto de vista de margens", aponta. Os produtores brasileiros já contam com a vantagem do ciclo bem mais curto do eucalipto relativamente às florestas cultivadas no Hemisfério Norte.

miércoles, 16 de diciembre de 2009

EMBRAPA VIRA MULTINACIONAL

RUMO AO EXTERIOR - Embrapa se prepara para virar multinacional em 2010 / Célia Froufe
Estimulada por Lula, empresa quer mudar estatuto para se internacionalizar.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) se prepara para aumentar sua atuação no exterior e passar também a receber royalties de seus cultivares - qualquer variedade de planta produzida por meio de técnicas de cultivo, normalmente não encontrada em estado silvestre.

Para isso, o conselho de administração da empresa aprovou na segunda-feira o texto de um anteprojeto de lei para mudar o estatuto. A intenção é que o projeto seja enviado ao Congresso no início de 2010.

"Temos urgência e vamos levar (o projeto) para o Congresso no próximo ano", disse o chefe da Assessoria Jurídica da Embrapa, Antonio Nilson Rocha.

Hoje, o estatuto da instituição não permite atuação fora do País. Mas a cada viagem internacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a demanda por serviços da Embrapa aumenta, segundo Rocha.

Lula se tornou o principal divulgador da excelência do trabalho da Embrapa, que incorporou à ação diplomática com os países emergentes. "Cada vez que o presidente viaja para um país diferente, a nossa demanda cresce e nem sempre podemos responder", disse Rocha.

Apesar de ter laboratórios virtuais nos Estados Unidos, na Coreia, Holanda e França, as ações da Embrapa no exterior hoje são limitadas pelo estatuto, que prevê atuação plena apenas dentro do País.

O trabalho externo ocorre apenas por meio de intercâmbios, termos de cooperação e de transferência de tecnologia. Daí a intenção de abrir escritórios em países de interesse do Brasil e também em nações que necessitem de conhecimento técnico brasileiro, como ocorre com Gana, na África.

Sem poder fazer despesa fora do Brasil, a Embrapa depende de parceiros externos para realizar algum projeto lá fora. Os gastos de intercâmbios e de pesquisa conjunta, por exemplo, são bancados pelo país que recebe os pesquisadores brasileiros, o que acaba limitando o desenvolvimento da companhia.

VERBA REFORÇADA

As perspectivas com o novo estatuto são de gerar riquezas para o Brasil e a de estimular o crescimento da agricultura doméstica. "A principal vantagem da mudança seria a possibilidade de recebermos royalties de cultivares que temos no Brasil. A ideia é obter recursos", explicou o chefe da Assessoria Jurídica.

Ele lembra que Lula também já demonstrou que gostaria de ver a estatal atuando de forma mais efetiva no exterior. "O presidente Lula quer que a gente tenha escritório internacional, mas não podemos ir hoje além do que a lei autoriza", disse.

O orçamento da Embrapa para o próximo ano deve ficar em R$ 1,8 bilhão, R$ 300 milhões a mais que em 2009, segundo indicação feita no relatório setorial da Comissão Mista de Orçamento do Congresso. Os técnicos da empresa esperam que essa verba seja reforçada depois que for aprovada a atuação da companhia no exterior.

Para Rocha, a empreitada dará retorno. "Não temos como mensurar a quantia necessária, mas o que entendemos é que nossas necessidades iniciais se pagariam posteriormente com o recebimento dos royalties", argumentou.

domingo, 19 de julio de 2009

30 % DE LA CARNE EXPORTADA EN EL MUNDO SALE DE BRASIL

AGRONEGÓCIOS - 30% da carne exportada no mundo sai do Brasil / Maria Gabriela Tonini
Em 2008 cerca de 30% de toda a carne bovina exportada no mundo teve origem no Brasil.
Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em 2008 as exportações de carne bovina do mundo totalizaram 7,5 milhões de toneladas equivalente carcaça (tec). O Brasil exportou 2,2 milhões de tec segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), portanto uma representatividade de 30% aproximadamente.
Observe na figura 1 que desde 1996 a participação do Brasil no mercado mundial de carne bovina só aumentou. Passou de uma singela participação de 5,7% em 1996 para os atuais 30%, sendo que eu 2006 e 2007, essa parcela ultrapassou os 30%.
A melhoria do status sanitário do Brasil, o aumento da produção de carne, a melhoria dos processos de produção e industrialização favoreceram esse aumento na importância da carne brasileira no mercado internacional.

sábado, 18 de julio de 2009

PROYECTOS EN FERTILIZANTES

Vale prefere projetos próprios em fertilizantes
Valor Online , 17/07/2009 18:15
A Vale negou ter feito proposta para aquisição de empresas do setor de fertilizantes, embora tenha admitido ser frequentemente procurada por intermediários financeiros com o propósito de oferecer oportunidades de aquisição de empresas produtoras de fertilizantes.
"Contudo, tendo em vista a superioridade de nossas alternativas de crescimento orgânico, a Vale não realizou qualquer proposta com vistas a adquirir empresas do setor", diz a nota divulgada pela mineradora.
O comunicado da Vale foi divulgado um dia depois de a imprensa veicular notícias sobre uma possível oferta de US$ 25 bilhões para a compra da Mosaic, empresa produtora de fosfato e potássio controlada pela Cargill.
"Dado que dispõe de sólida posição financeira e possui clara estratégia de crescimento de sua capacidade de produção, a qual vem sendo implementada através de substancial volume de investimentos nos últimos anos, somando US$ 51,7 bilhões de 2004 até março de 2009, a Vale se constitui naturalmente em alvo de rumores e especulações sobre aquisições de empresas de mineração", acrescenta o comunicado da Vale.
No documento, a mineradora admite que a expansão de suas atividades no setor de fertilizantes é um objetivo estratégico, mas lembra que há diversas formas de concretizá-lo com oportunidades de crescimento orgânico.
Entre as opções listadas pela Vale estão os projetos de desenvolvimento de ativos para a produção de potássio de Carnalita, no Estado de Sergipe, no Brasil; Rio Colorado e Neuquén, na Argentina; Regina, no Canadá; e Evate, em Moçambique.
"A execução desses projetos transformará a Vale num dos líderes globais na produção de potássio, com produção estimada em mais de 12 milhões de toneladas anuais", afirma a nota.
A empresa diz ainda que o retorno esperado dos projetos próprios é maior que aquele proporcionado por aquisições no setor.
A Vale desenvolve ainda o projeto de Bayóvar, no Peru, com investimento total orçado em US$ 479 milhões e capacidade de produção anual de 3,9 milhões de toneladas anuais de concentrado fosfórico. Até o final de junho deste ano, foram investidos US$ 159,3 milhões na construção de Bayóvar, cuja conclusão está prevista para o final de 2010. Numa segunda fase, Bayóvar poderá atingir produção total de 7,3 milhões de toneladas anuais.

sábado, 27 de junio de 2009

RESTRICAO NA VENDA DE CARNES DA AMAZONIA

Cresce cerco ao boi na AmazôniaMauro Zanatta, de Brasília
24/06/2009
A forte pressão internacional de compradores e ONGs ambientalistas obrigou a Associação da Indústria Exportadora de Carne Bovina (Abiec) a aceitar ontem um compromisso público de rejeição à aquisição de boi criado em áreas de desmatamento ilegal na Amazônia. Além disso, a Abiec negocia com o BNDES um programa de rastreamento eletrônico do gado na região da floresta com recursos do Fundo Amazônia, apurou o Valor.

Gestor do fundo composto por doações internacionais para preservação da Amazônia, o BNDES tem participação no capital de vários frigoríficos e busca responder à pressão internacional por mecanismos de proteção ao bioma amazônico. O fundo já tem US$ 110 milhões da Noruega, deve receber US$ 30 milhões da Alemanha, mas poderia captar US$ 17 bilhões até 2017, calcula o banco.

Acuados por denúncias das ONGs Greenpeace e Amigos da Terra, e por embargos decretados pelo Ministério Público do Pará a seus fornecedores, os frigoríficos criaram um "código de conduta socioambiental" com metas e prazo para instituir um "programa de excelência" e de "rastreamento ambiental e sanitário" aos pecuaristas. "Não faremos um compromisso falso com ministério A ou B nem algo para inglês ver", afirmou o presidente da Abiec, Roberto Giannetti da Fonseca, em audiência no Senado. "A Abiec assinará um compromisso com a sociedade".

A pressão é forte. Grandes redes varejistas, como Carrefour, Wal- Mart e Pão de Açúcar, anunciaram que rejeitarão carne de animais provenientes de áreas de desmatamento. A audiência na Comissão de Agricultura serviu para frigoríficos e ruralistas atacarem a ação de ONGs e do MP do Pará. Convidados, mas ausentes do debate, eles foram classificados como "mentirosos", "levianos" e "irresponsáveis" ao longo das discussões. "Para o MP, eles [as ONGs] são os heróis e as empresas, as bandidas", disse Gianetti.

As ONGs acusaram, em relatório difundido nos países compradores de carne e couro do Brasil, os frigoríficos de patrocinar desmatamento, trabalho escravo e invasão de terras indígenas na Amazônia. O MP do Pará autuou fazendas e empresas, além de ameaçar compradores do Bertin de co-responsabilidade por crimes ambientais supostamente praticados pelo frigorífico e seus fornecedores.

Gianetti defendeu ontem que, mesmo sem terem sido incluídos em listas restritivas por Ibama e Ministério do Trabalho, pecuaristas fornecedores da Bertin tiveram suas propriedades embargadas pelo MP. Os procuradores teriam tomado "atitude abusiva" e causado "destruição da reputação" da empresa. "Vamos ter que pedir solução ao Judiciário", afirmou. O executivo disse que as ONGs tiveram acesso ao sigilo fiscal da Bertin. "O Greenpeace disse ter tido acesso a dados fiscais em uma 'sala empoeirada' de Belém durante reunião, na Alemanha, com Adidas e Reebok", disse Gianetti.

Irritado com a ausência dos convidados, o senador Valter Pereira (PMDB-MS), presidente da comissão, afirmou que o MP deu demostração de que o órgão "não tem interesse" em debater e estaria agindo "ao arrepio da lei". "A ação do MP é equivocada e não tem embasamento legal", disse o senador Gilberto Goellner (DEM-MT). Os senadores decidiram realizar uma nova audiência pública, desta vez em Belém (PA), para debater o tema. Greenpeace e Ministério Público serão novamente convidados.

domingo, 21 de junio de 2009

BRASIL MAYOR EXPORTADOR DE CARNE MUNDIAL

A carne sustentável
Carlos José Marques, diretor editorial
O Brasil é o maior exportador mundial de carne. O Brasil tem a maior produção de gado processado, as maiores áreas de confinamento, os maiores frigoríficos e os três maiores fornecedores mundiais: Friboi, Bertin e Marfrig.
Toda essa megaplataforma entrou na mira por um fator, aparentemente, colocado em segundo plano: a criação sustentável. Redes de supermercados brasileiras passaram a boicotar a compra de carne bovina originária de áreas de devastação florestal. As complexas estruturas dos grandes grupos do setor acabam por comprar e revender "matéria-prima" dessas localidades onde a exploração ilegal ocorre.
O boicote varejista alastrou-se. Conquistou simpatia em todo o mundo. O Banco Mundial rescindiu acordo com o Bertin, congelando linhas de financiamento para investimento na criação. A gigante de material esportivo Adidas cancelou a compra de pele dos frigoríficos brasileiros envolvidos na criação ilegal. As grifes de moda Hugo Boss, Prada, Gucci e Tommy Hilfilger seguiram pelo mesmo caminho.
O Ministério Público foi ao extremo de pedir a paralisação desses frigoríficos. A Polícia Federal deflagrou uma ampla caçada atrás dos pastos em áreas de desmatamento. O cerco se fecha e deixa no ar uma lição que deve ser assimilada urgentemente por todos os empreendedores brasileiros de qualquer ramo de atividade: no planeta politicamente correto não cabe mais espaço para aqueles que seguem fora da linha da preocupação ambiental. Desconsiderar essa regra básica pode ser fatal para os negócios.
Os desdobramentos da situação da atividade bovina na pauta comercial brasileira e, por tabela, na conta do PIB, já são alarmantes. Se não houver uma urgente reversão de expectativas internacionais, a partir de medidas concretas que levem à criação sustentável, o País todo sofrerá as consequências.
O setor de carnes é especialmente sensível a qualquer falha. Basta, por exemplo, que um único boi, numa região remota, contraia uma doença para que embargos gerais e irrestritos sejam estabelecidos por compradores para toda a produção brasileira. Nessa gangorra de humores, a simples ideia de que a carne nossa de cada dia está sendo gerada ao custo da devastação da Amazônia virou nitroglicerina pura.

miércoles, 20 de mayo de 2009

FUSAO DA SADIA E PERDIGAO SE FORTALECE NO MERCADO INTERNACIONAL

Fusão de Sadia e Perdigão fortalece nova empresa no mercado internacional
Daniel Mello
Repórter da Agência Brasil

São Paulo - A Brasil Foods, empresa resultante da fusão da Sadia e Perdigão, em operação anunciada hoje (19), foi criada com objetivo de ser uma companhia com força para abrir as portas do mercado externo. “O projeto é de uma grande empresa, que tivesse musculatura para competir em nível internacional”, disse o presidente da Sadia, e copresidente da Brasil Foods, Luís Fernando Furlan.
A combinação dos mercados, onde já estão presentes as duas companhias originais, permitirá que a nova empresa comece suas atividades atuando em 110 países, com a previsão de exportar cerca de 42% da produção.
Os mercados dos Estados Unidos e da China são os próximos alvos da nova empresa, de acordo com o presidente da Perdigão, e também copresidente da Brasil Foods, Nildemar Sanches. “Nos Estados Unidos, nós vamos fazer um esforço para superar as barreiras protecionistas”, afirmou.
Atualmente, o Oriente Médio é o maior consumidor externo dos produtos tanto da Sadia como da Perdigão. Os países dessa região absorvem as exportações de 26% e 27% das duas empresas, respectivamente. O segundo maior destino é a Europa, com 22% de participação nas vendas externas de ambas companhias.
Em relação à participação das empresas originais na Brasil Foods, ficou acertado um percentual de 32% para os acionistas da Sadia e de 68% para os controladores da Perdigão. O conselho será formado por representantes de ambas companhias e copresidido por Luís Fernando Furlan e Nildemar Sanches. Entre os dois maiores acionistas da Brasil Foods está o fundo de pensão da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) e a família Furlan, com aproximadamente 12% de controle acionário, cada um.
Para capitalizar a nova empresa será feita uma oferta pública de ações em julho, com o objetivo de captar R$ 4 bilhões. Atualmente a nova empresa acumula uma dívida líquida de R$ 10 bilhões, segundo informações divulgadas durante o anúncio da fusão. De acordo com Nildemar Sanches, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) demonstrou interesse de participar da operação.
A fusão das duas empresas ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

martes, 19 de mayo de 2009

BRASIL FOODS BRF ( PERDIGAO Y SADIA )

Brasil Foods nasce com dívida de R$ 10 bi
SÃO PAULO, 19 de maio de 2009 - Apesar dos números grandiosos, a Brasil Foods (BRF) também nasce com uma dívida considerável. Somadas as dívidas de Perdigão e Sadia, a cifra chega a R$ 10 bilhões. 'No curto prazo, podemos ter um faturamento de R$ 30 bilhões e com a emissão de ações nossa dívida vai para R$ 6 bilhões, o que nos coloca em uma posição confortável dentro dos padrões do mercado', disse o presidente do Conselho de Administração da Sadia, Luiz Fernando Furlan. Até o final de julho, a Brasil Foods deve captar um valor estimado de R$ 4 bilhões com uma oferta pública de ações. comente [3]

miércoles, 13 de mayo de 2009

TRIGO EN BRASIL 60% DE LA DEMANDA INTERNA

TRIGO AUMENTO 10 % NO BRASIL
TRIGO NO BRASIL AUMENTO DE 10% ESTE ANO
Ministro prevê aumento de 10% na produção de trigo neste ano Danilo Macedo* Enviado especial Cascavel - O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, acredita que a produção brasileira de trigo cresça 10% este ano, podendo suprir 60% da demanda interna. No lançamento oficial do plantio de trigo no Paraná, maior produtor nacional do cereal, ele ressaltou o estímulo dado pelo governo federal ao cultivo variedade de melhor qualidade do produto.“O preço mínimo já foi estabelecido e, inclusive, introduzimos uma inovação, que é estabelecer um valor maior para o trigo de melhor qualidade, ou seja, estamos induzindo a se produzir um trigo melhor”, afirmou.O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu, no dia 26 de março, reajustar de forma distinta o trigo melhorador, considerado de melhor qualidade, usado na fabricação de pães, e o brando, de qualidade inferior. O preço mínimo dos dois tipos, que era de R$ 480 a tonelada, subiram, respectivamente, 15,63% e 10,42%, passando para R$ 530 e R$ 555 a tonelada.Na última safra, o país produziu 6 milhões de toneladas de trigo, ante um consumo interno de 10,86 milhões de toneladas. O estado do Paraná é responsável por 53% da produção nacional.Segundo o secretário de Agricultura do estado, Valter Bianchinni, o governo estadual, em parceria com o Banco do Brasil, garante que não faltará recursos para os triticultores e a espectativa é de aumento de 5% na área plantada.“Se o clima ajudar, o Paraná terá uma safra tão boa quanto à do ano passado, de 3,2 milhões de toneladas, ou até um pouco mais, 3,5 milhões de toneladas, em função do crescimento de área”, afirmou Bianchinni, à Agência Brasil. Ele informou que, como no Paraná predomina o cultivo de trigo melhorador, a diferenciação dos reajustes dos preços mínimos beneficia os produtores paranaenses.Em 2007, a colheita de trigo foi de 4,1 milhões de toneladas. Apesar de baixa, já tinha tido um grande crescimento em relação ao ano anterior, quando foi de 2,3 milhões de toneladas. A necessidade brasileira de produzir mais trigo aumentou principalmente depois que a Argentina, principal fornecedora do produto, sofreu forte redução em sua produção. Por isso, o governo argentino adotou medidas para frear as exportações e garantir o abastecimento interno.Mesmo com o aumento da produção brasileira, o país deve ter que importar mais de 4 milhões de toneladas este ano, volume que não será totalmente suprido pela Argentina, que deve exportar, ao todo, 3,4 milhões de toneladas, sendo aproximadamente 2 milhões para o Brasil. Com isso, os moinhos já reivindicam que o governo reduza a Tarifa Externa Comum (TEC), que é de 10% para os países de fora do Mercosul.De acordo com Stephanes, isso deve ser feito no momento e quantidade certos para que o trigo importado não cause redução do preço pago aos triticultores brasileiros. Para isso, a TEC deve ser liberada somente quando os estoques estiverem próximos de acabar e num volume que abasteça o mercado até não muito além da próxima colheita.“Eu não aceito que seja discutida a redução dessa tarifa no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterio”, afirmou o ministro em seu discurso.

lunes, 11 de mayo de 2009

BRASIL : PARTICIPACIONES DE LAS EXPORTACIONES DE AGRONEGOCIOS SUBE PARA 44,5 %

Participação do agronegócio nas exportações sobe para 44,5%
Brasília e São Paulo, 11 de Maio de 2009 - Apesar da queda na receita em abril, as exportações do agronegócio aumentaram a participação nas exportações brasileiras. As vendas somaram US$ 5,483 bilhões, recuo de 4,7% em relação a igual período do ano anterior. Mas a participação do setor saltou, no período, de 40,9% para 44,5%.
Se as vendas de produtos agrícolas ao exterior caíram, mais acentuada ainda foi a retração das importações, 13,4%. O saldo da balança do agronegócio no período ficou positivo em US$ 4,804 bilhões, pouco abaixo do superávit registrado em abril de 2008 de US$ 4,971 bilhões.

B10(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Ayr Aliski e Gilmara Botelho)

viernes, 8 de mayo de 2009

AGRONEGOCIOS - EXPORTACIONES BRASIL

AGRONEGÓCIO: Exportações somam R$ 12 bilhões em abril

SÃO PAULO, 8 de maio de 2009 - As exportações do agronegócio em moeda nacional registraram alta de 24,4% em abril, em relação ao mesmo mês do ano passado. As vendas ao comércio exterior totalizaram R$ 12,090 bilhões, contra R$ 9,715 bilhões em 2008. Já as importações apresentaram crescimento menor, 13,1%, passando de R$ 1,324 bilhão para R$ 1,497 bilhão. O superávit da balança comercial foi de R$ 10,593 bilhões, beneficiado pela desvalorização do real, em torno de 31%, frente ao dólar.

Já as exportações computadas em moeda americana registraram baixas de 4,7% em abril, diminuindo de US$ 5,75 bilhões para US$ 5,48 bilhões. Mesmo assim, o superávit foi de US$ 4,804 bilhões. Os setores que apresentaram maiores taxas de crescimento foram complexo soja (12,2%), complexo sucroalcooleiro (21,1%), animais vivos (14,6%) e produtos apícolas (113,7%).

As vendas do complexo soja (grão, farelo e óleo) totalizaram US$ 2,087 bilhões. Os valores exportados em grãos aumentaram de US$ 1,398 bilhão para US$ 1,542 bilhão. Apesar da redução de 17,8% nos preços, a quantidade exportada aumentou 34,3%. O mesmo aconteceu com o farelo de soja, que registrou preços 7% inferiores aos praticados em abril de 2008, enquanto o volume exportado aumentou 58,2%, gerando receita de US$ 418 milhões, alta de 47%. Já as exportações do óleo de soja apresentaram queda (-28,5%), com elevação de 27,1% no volume exportado e redução de 43,7% nos preços.

O valor das exportações do complexo sucroalcooleiro passou de US$ 411 milhões para US$ 498 milhões (+21,1%). O crescimento é atribuído às vendas de açúcar, que tiveram alta de 47,9% em abril, na comparação com o mesmo mês de 2008, atingindo a cifra de US$ 405 milhões. Houve aumento de preço e quantidade vendida do produto de 8,2% e 36,7%, respectivamente. Em contraposição, as exportações de álcool tiveram redução, em dólares, de 32,2%, totalizando US$ 93 milhões. A queda deveu-se à redução tanto do volume exportado (-13%), quanto do preço (-22%).

Dentre os produtos mais importantes da pauta exportadora, apresentaram variações negativas os setores de carnes (-11,3%), couros e seus produtos (-49,4%), produtos florestais (-10,9%) e café (-12,2%). A receita de exportações de carnes passou de US$ 1,093 bilhão em abril de 2008 para US$ 970 milhões em abril deste ano.

A movimentação financeira de carne bovina in natura diminuiu 19,5% (de US$ 308 milhões para US$ 248 milhões), por conta da queda de 15,4% no preço médio e uma redução de 4,9% na quantidade embarcada. A receita com as vendas de carne de frango in natura apresentaram crescimento (4,2%), pelo aumento da quantidade exportada (28,2%), que compensou a queda de preços (-18,7%). As vendas externas de carne suína apresentaram redução de 22,8%, em função da queda dos preços em dólares (-28,5%), pois a quantidade exportada aumentou 8,1%. (Redação - InvestNews)

viernes, 1 de mayo de 2009

COSAN E NOVA AMERICA LIDER EM SUCROALCOHOLERA

viernes 13 de marzo de 2009
COSAN Y NOVA AMERICA EMPRESA LIDER SUCROALCOHOLERA
Cosan y Nova América forman empresa sucroalcoholera líder en Brasil
afpCosan, líder del sector sucroalcoholero en Brasil, anunció su asociación con Nova América a través de un intercambio de acciones, para alcanzar una capacidad de molienda anual de 60 millones de toneladas de caña de azúcar, 10% de la producción brasileña.El grupo tendrá ahora el mayor número de usinas de procesamiento en el país, 23 (19 de Cosan y cuatro de Nova América), y refuerza su participación logística en los terminales portuarios brasileños. La asociación debe concluirse en un plazo de 45 a 60 días.El memorando de entendimiento con la Rezende Barbosa SA (propietaria de Nova América), da a Cosan, a cambio del 11% de sus acciones, el control de Nova América, de la marca Uniao (líder del mercado azucarero brasileño), de dos refinerías y cuatro empaquetadoras de azúcar.Además Cosan adquiere 51% del capital de Nova América en Teaçu Armazéns Gerais (para completar 100% del control) y 8% de su participación en la Teas (Terminal Exportadora de Alcohol de Santos), para tener 40% de sus acciones. La capacidad de embarque anual de la Teas es de 650 millones de litros de etanol."A partir de la incorporación, Rezende Barbosa pasa a tener cerca del 11% de las acciones del grupo, convirtiéndose en uno de sus principales accionistas", afirmó Paulo Diniz, vicepresidente financiero de Cosan en conferencia de prensa.
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AUTOSUFICIENCIA DE FERTILIZANTES BRASIL

AGRONEGOCIOS - AUTOSUFICIENÇA DE FERTILIZANTES BRASIL
AGRONEGÓCIO: País quer autosuficiência em fertilizantes
SÃO PAULO, 17 de abril de 2009 - 'Está comprovado que o Brasil tem jazidas e depósitos para se tornar autossuficiente em fertilizantes. No caso dos nitrogenados, isso pode ocorrer no prazo de cinco anos, nos fosfatados, de seis a oito anos e, no potássio, em um prazo máximo de 10 anos.' A declaração é do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, que apresentou o Plano Nacional de Fertilizantes nesta sexta-feira, em Brasília.
Segundo Stephanes, o governo tomou uma decisão política de que essa é uma questão estratégica, de vulnerabilidade e que exige importantes ações. 'A Embrapa precisa desenvolver novas tecnologias para que usemos menos fertilizantes ou passemos a ter alternativas para isso. Vamos buscar a importação direta para acabar com o oligopólio que existe nesse setor', enfatizou.
O Brasil tem uma jazida de potássio em Sergipe, com três depósitos, um em exploração pela mineradora Vale e outros dois que ainda aguardam incentivos. 'Além disso, temos que verificar a possibilidade de encontrar potássio em localidades que vão, desde o Recôncavo Baiano até o Espírito Santo', explicou Stephanes.
Outro local com possibilidade de exploração de potássio é Nova Olinda do Norte (AM). De acordo com o ministro, a Petrobras já explorou o local, com perfurações de até 1,1 mil metros de profundidade. 'Uma empresa canadense chegou a dizer que lá está o terceiro maior depósito de potássio do mundo. Com isso, o Brasil perderia apenas para o Canadá e Rússia, que ocupam os primeiros lugares.'
Em relação ao fosfato, dez jazidas já estão sendo exploradas em Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Bahia e Sergipe. O País já identificou algumas jazidas que precisam ser lavradas em São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Ceará, Pará e Mato Grosso.
O Brasil importa 73% dos fertilizantes e produz 23% da demanda interna. Ao todo, o País importa 75% de nitrogênio, 51% de fósforo e 91% de potássio. Estados Unidos, China, Rússia, Tunísia e Marrocos são responsáveis por 73% do mercado de fosfatados. Em 2008, o mercado de fertilizantes movimentou US$ 15 bilhões. (Redação - InvestNews)
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ARROS SUPERAVIT BRASIL

ARROZ - SUPERAVIT NO BRASIL
O superávit na balança comercial do arroz em 2008 alcançou, aproximadamente, 80 mil toneladas, ou um diferencial de 25% para as vendas externas. As exportações resultaram em um faturamento de US$ 211,2 milhões.

BRASIL E OS FERTILIZANTES

BRASIL TEM RESERVAS DE FERTILIZANTES
AGRONEGÓCIO: Brasil tem reserva de fertilizante inexplorada
SÃO PAULO, 7 de abril de 2009 - Os produtores brasileiros gastaram, em 2008, cerca de US$ 5 bilhões na importação de 6,5 milhões de toneladas de cloreto de potássio, uma das três principais matérias-primas para fertilizantes usados no plantio da safra. Esse valor representa 91% do que é consumido internamente. Apesar disso, o governo obteve a garantia de que o país tem a terceira maior reserva de potássio do mundo, perdendo apenas do Canadá e da Rússia.
A diferença é que a reserva brasileira ainda nem começou a ser explorada. Na revelação feita hoje pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, ele disse que é preciso "criar uma massa crítica no setor rural em relação a esse assunto para garantir a auto-suficiência". A informação da reserva gigante chegou ao ministro pela Falcon, uma multinacional da mineração.
A empresa disse ter as informações desde 1974, quando foram feitas as primeiras análises pela Petrobras. Stephanes disse que, apesar disso, a estatal brasileira não passou esses dados ao governo, o que, inclusive, teria gerado a reação da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, quando, em uma reunião realizada no ano passado, soube que, além disso, os direitos de exploração da mina tinham sidos vendidos à Falcon.
A reserva se estende por cerca de 400 quilômetros ao longo do vale do Rio Amazonas, na divisa do Amazonas em direção ao Pará. De acordo com as pesquisas apresentadas ao ministro, o adubo mineral pode ser encontrado a partir de uma profundidade de 750 metros.
Stephanes disse que uma avaliação detalhada e a decisão de se explorar a reserva devem ser tomadas rapidamente, já que o retorno só virá a médio prazo. "Depois que se tomar uma decisão, até ter a primeira tonelada, leva de seis a sete anos. Vai decorrer um tempo bastante grande, mas nós temos que começar", afirmou. Ele disse que, dentro de quinze dias, se reunirá com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, para discutir uma política que leve ao aumento da oferta interna de fertilizantes.
Comprovados o tamanho e a viabilidade econômica da reserva, o país teria condições de se tornar auto-suficiente no fertilizante mais importado, percentualmente, pelos produtores brasileiros. A importância da notícia se deve ao fato de a produção mundial estar em quatro países e o comércio ser controlado por apenas três empresas.
"Existe uma cartelização no mundo em relação ao potássio e isso torna o Brasil bastante vulnerável e a custos muito altos de produção", ressaltou Stephanes. Por causa dessa concentração na produção e na comercialização, o preço da tonelada de cloreto de potássio, que no ano passado era vendida a US$ 800, caiu para cerca de US$ 750, enquanto os demais fertilizantes registraram queda de até 50%.
O ministro da Agricultura disse que também há indícios de que haja mais duas jazidas menores próximas à região onde atualmente a empresa Vale extrai os 9% de cloreto de potássio, que não precisam ser importados. "Com elas podemos sair da produção de 9% para 25% do consumo interno", disse o ministro.
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sábado 28 de febrero de 2009

SAFRA DE GRÃOS DE BRASIL 2008/2009

SAFRA DE GRÃOS 2008/2009 137,5 MILHOES DE TONELADAS
AGRONEGÓCIO: Safra de grãos será de 137,5 milhões de toneladas
BRASÍLIA, 7 de abril de 2009 - O Brasil vai colher 137,5 milhões de toneladas de grãos na safra 2008/2009, aponta o sétimo levantamento de safra da Companhia Nacional de Abastecimento. O dado, apresentado hoje, representa um crescimento de 2,25 milhões de toneladas na comparação com projeção de que o País produziria 135,3 milhões de toneladas, conforme divulgou a Conab em março. É um salto de 1,6% na produção, impulsionado principalmente pelas boas condições climáticas na região Sul. A área plantada agora é estimada em 47,6 milhões de hectares, queda de 200 mil hectares em relação à estimativa anterior.
No ano passado, o Brasil colheu 144,1 milhões de toneladas, utilizando uma área de 47,4 milhões de hectares. Ou seja, conforme o novo levantamento, haverá uma redução de 4,5% na produção e aumento de 0,4% na área, caracterizando um ano de menores índices de produtividade. A soja mantém a posição de principal commodity, com 58,1 milhões de toneladas (frente 57,6 milhões de toneladas, em março). "O Rio Grande do Sul aumentou em quase 500 mil toneladas a oferta em relação à estimativa do mês anterior", disse o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Edílson Guimarães. A estimativa mais recente conseguiu captar informações de um plantio já consolidado, menos suscetível às intempéries. No caso do Rio Grande do Sul, por exemplo, parcela de quase 10% da soja já foi colhida. De qualquer forma, a nova estimativa representa uma queda de 3,1% frente o total de 60 milhões de toneladas de soja colhidas na safra passada. (Ayr Aliski - Gazeta Mercantil)

MAYOR EMPRESA DE CELULOSE

MAYOR EMPRESA DE CELULOSE DE EUCALIPTO DEL MUNDO
BNDES apoia criação da maior empresa de celulose de eucalipto do mundo
20.01.09· Companhia que resultará da aquisição da Aracruz pela VCP será líder mundial em celulose de fibra curta · Expectativa é de criação de 90 mil empregos diretos e indiretos e produção de 9,3 milhões de toneladas até 2020 O BNDES firmou hoje Acordo de Investimento com a Votorantim Celulose e Papel S.A. (VCP) e seus controladores, que prevê o apoio da BNDESPAR à reestruturação societária que deve resultar na aquisição do controle da Aracruz Celulose S.A. pela VCP, pelo valor nominal de R$ 5,4 bilhões. A operação permitirá a constituição da maior empresa de celulose de fibra curta do mundo. A BNDESPAR poderá investir na nova empresa recursos da ordem de até R$ 2,4 bilhões, sendo até R$ 1,8 bilhão em ações preferenciais de emissão da VCP e R$ 580 milhões em debêntures de emissão da Votorantim Industrial S.A. (VID – controladora da VCP), permutáveis em ações ordinárias de emissão da VCP. A participação da BNDESPAR na nova companhia poderá ficar em torno de um terço do capital total.
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FONDO AMAZONIA - CREDITO DE CARBONO

FONDO AMAZONIA CREDITO DE CARBONO
BNDES recebe US$ 110 milhões da Noruega para Fundo Amazônia
25.03.09O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, assinou o primeiro contrato de doação com o governo da Noruega destinado ao Fundo Amazônia. O Fundo, administrado pelo BNDES, receberá por este contrato o equivalente a US$ 110 milhões (700 milhões de coroas norueguesas) com desembolsos previstos para 2009 e 2010. Os recursos são parte da doação de US$ 1 bilhão prevista para ser repassada integralmente até 2015. Criado no fim do ano passado, o novo fundo será destinado a financiamentos não reembolsáveis de ações que contribuam para a prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento da floresta. A captação de recursos é baseada na efetiva redução de emissões de gases de efeito estufa para a atmosfera decorrente das áreas desmatadas na Amazônia brasileira. Trata-se de mecanismo inédito, proposto pelo governo brasileiro, durante a Conferência das Partes, em Bali, promovida pela ONU para debater as condições climáticas do planeta. Pela primeira vez, o combate ao desmatamento incluirá uma série de ações abrangentes de forma a promover o desenvolvimento sustentável da Amazônia. As iniciativas passíveis de apoio do Fundo estão classificadas em quatro grandes categorias:
Fomento a atividades produtivas sustentáveis de produção, comercialização e uso dos recursos naturais do Bioma Amazônia que se constituam em alternativas aos empreendimentos que hoje direta ou indiretamente concorrem para o desmatamento;
Conservação e proteção de Áreas Protegidas;
Desenvolvimento científico e tecnológico ligado ao uso sustentável da biodiversidade; e
Modernização e desenvolvimento institucional de órgãos atuantes contra o desmatamento na região amazônica. As doações poderão ser feitas por governos, empresas e pessoas físicas. O BNDES emitirá um diploma para cada contribuição ao Fundo Amazônia, identificando o doador e a parcela de suas contribuições ao esforço de redução das emissões de gás carbônico. Área de Meio Ambiente – O fundo será administrado pela área de Meio Ambiente, criada em fevereiro de 2009, no BNDES, diante da crescente relevância da questão na análise dos projetos financiados pelo Banco. Originária do antigo Departamento de Meio Ambiente, a nova área terá como principal objetivo reforçar a política ambiental do BNDES. Uma de suas atribuições será aprimorar o conhecimento e a gestão do BNDES no tratamento das questões ambientais, contribuindo para maior participação do Banco nos fóruns internacionais sobre temas que afetem o setor. A nova área também será responsável pelo desenvolvimento de produtos financeiros voltados para o meio ambiente. Um dos objetivos é realizar operações de financiamento, de renda fixa ou variável, que viabilizem projetos voltados para eficiência energética, desenvolvimento tecnológico dirigido ao meio ambiente, mitigação de mudanças climáticas, florestas ou outras atividades sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento de mercados de carbono e projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) no Brasil.

INVESTIMENTOS PARA USO SUSTENTAVEL DA FLORESTA

FUNDO AMAZONIA - INVESTIMENTOS
Natureza e Finalidade
O Fundo Amazônia tem por finalidade captar doações para investimentos não-reembolsáveis em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, e de promoção da conservação e do uso sustentável das florestas no bioma amazônico, nos termos do Decreto no 6.527, de 1º de agosto de 2008.
Ações de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal
Os esforços brasileiros para redução do desmatamento na Amazônia brasileira são internacionalmente reconhecidos. Inicialmente, em função do pioneirismo tecnológico do País em monitorar as mudanças na cobertura florestal, realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, desde 1988, e também, pelos recentes êxitos de ações que ocasionaram a reversão do incremento das taxas anuais de desmatamento, algumas delas abaixo descritas.
O Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal - PPCDAM, integrado inicialmente por 13 Ministérios do Governo Federal, sob coordenação direta da Casa Civil da Presidência da República, e em execução desde 2004, é um arranjo de ação governamental cujos resultados contribuíram significativamente para a queda do desmatamento, obtendo, por exemplo, uma redução de 59% da taxa de desmatamento no período 2005-2007.
Há também outros exemplos dos esforços que o País vem fazendo para coibir o desmatamento ilegal na Amazônia, como por exemplo, a implementação dos modelos de gestão de Florestas Públicas foram introduzidos recentemente no ordenamento jurídico brasileiro por intermédio da Lei 11.286, de 2 de março de 2006. E para o novo período de 2008 a 2011, o governo está planejando investir através de seu Plano Plurianual (PPA) aproximadamente US$ 500 milhões em iniciativas relacionadas ao PPCDAM.
Complementarmente ao PPCDAM, a sociedade da região vem discutindo, desde o ano de 2003, as diretrizes para um novo modelo de desenvolvimento, consubstanciadas no Plano Amazônia Sustentável - PAS, cujo lançamento oficial se realizou no dia 8 de maio de 2008. O PAS reúne um conjunto de diretrizes estratégicas para referenciar as políticas governamentais, os investimentos privados e o atendimento às demandas da sociedade.
Entretanto, há um longo caminho a percorrer para tornar a floresta em pé mais atrativa, do ponto de vista econômico e social, do que a sua simples derrubada para a formação de pastos e lavouras. Pois à medida que se reduzem os índices de desmatamento, mais onerosos ficam os meios que impliquem novas e sucessivas reduções, exigindo, cada vez mais, uma definição quanto ao modelo de desenvolvimento a ser adotado na Amazônia, que valorize e proteja seu patrimônio, que favoreça sua diversidade social e étnica, elevando a qualidade de vida da população. Sendo assim novos avanços exigirão da sociedade brasileira e dos governos federal e estaduais ações cada vez mais sofisticadas.
GestãoO Fundo Amazônia será gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, que também se incumbirá da captação de recursos, da contratação e do monitoramento dos projetos e ações apoiados. O Fundo Amazônia conta com um Comitê Orientador - COFA, com a atribuição de determinar suas diretrizes e acompanhar os resultados obtidos; e com um Comitê Técnico - CTFA, nomeado pelo Ministério do Meio Ambiente, cujo papel é atestar as emissões oriundas de desmatamentos na Amazônia. O Comitê Técnico, conforme acima mencionado, atestará os cálculos apresentados pelo Ministério do Meio Ambiente quanto às reduções efetivas de Emissões de Carbono Oriundas de Desmatamento, apreciando as metodologias de cálculo da área de desmatamento e a quantidade de carbono por hectare utilizada no cálculo das emissões. O Comitê Técnico será composto por seis especialistas de notório saber técnico-científico designados pelo Ministério do Meio Ambiente, após consulta ao Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, para mandato de três anos, prorrogável uma vez por igual período.
Patrimônio e ReceitasOs recursos que integram o patrimônio do Fundo Amazônia serão compostos das doações e das remunerações líquidas provenientes da aplicação de suas disponibilidades. Os doadores deverão depositar os recursos em conta bancária específica de titularidade do BNDES, no Brasil, que será informada após entendimentos entre as partes quanto à efetivação da doação. O saldo dos recursos do Fundo Amazônia não utilizados até o final de cada exercício será transferido para o exercício seguinte em proveito do mesmo Fundo, acrescidos das remunerações líquidas provenientes da aplicação de suas disponibilidades. O exercício Social do Fundo coincidirá com o exercício social do BNDES.
Áreas Temáticas e Resultados EsperadosO Fundo Amazônia apoiará projetos nas seguintes áreas:
Gestão de florestas públicas e áreas protegidas;
Controle, monitoramento e fiscalização ambiental;
Manejo florestal sustentável;
Atividades econômicas desenvolvidas a partir do uso sustentável da floresta;
Zoneamento ecológico e econômico, ordenamento territorial e regularização fundiária;
Conservação e uso sustentável da biodiversidade; e
Recuperação de áreas desmatadas. Adicionalmente, o Fundo Amazônia poderá apoiar o desenvolvimento de sistemas de monitoramento e controle do desmatamento em outros biomas brasileiros e em outros países tropicais. Além da redução das emissões de gases de efeito estufa, as áreas temáticas propostas para apoio pelo Fundo Amazônia podem ser coordenadas de forma a contribuir para a obtenção de resultados significativos na implementação de seus objetivos de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e de promoção da conservação e do uso sustentável das florestas no bioma amazônico.
Como fazer doaçõesO Fundo Amazônia já está preparado para receber doações de governos, instituições multilaterais, organizações não governamentais e empresas e está se estruturando para futuramente receber doações também de pessoas físicas. Para fazer doações ou obter outras informações, escreva para fundoamazonia@bndes.gov.br ou telefone para o Departamento de Gestão do Fundo Amazônia: (21) 2172-7354.
Como apresentar projetosVisando maximizar a eficiência operacional e melhor distribuir os trabalhos de análise e acompanhamento dos projetos e seus resultados pelo BNDES, as áreas de aplicação do Fundo Amazônia, para fins operacionais, serão agrupadas nas seguintes modalidades:
Áreas Protegidas (Gestão e Serviços Ambientais);
Atividades Produtivas Sustentáveis;
Desenvolvimento Científico e Tecnológico Aplicado ao Uso Sustentável da Biodiversidade; e
Desenvolvimento Institucional e Aperfeiçoamento de Mecanismos de Controle. Veja: Condições de Apoio do Fundo Amazônia e como apresentar projetos
Notícias publicadas no site do BNDES:
BNDES recebe US$ 110 milhões da Noruega para Fundo Amazônia 25.03.09
Comitê Orientador do Fundo Amazônia é instalado na sede do BNDES 24.10.08
Ambientalistas nacionais e estrangeiros discutem aquecimento global no BNDES 10.10.08
Presidente Lula assina decreto para criar Fundo Amazônia no BNDES 31.07.08
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REFLORESTAMENTO BRASIL

MODELO DE APOYO AO REFLORESTAMENTO
Apoio ao Reflorestamento de Carajás - REFLORESTA
O BNDES, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente - MMA, criou, em abril de 2007, a REFLORESTA, linha de crédito para apoiar o desenvolvimento da silvicultura no Distrito Florestal Sustentável de Carajás, por intermédio: (1) do apoio ao plantio comercial de espécies de rápido crescimento; e (2) do apoio ao plantio de espécies nativas, conforme as condições a seguir:
Financiamento ao plantio de espécies florestais de rápido crescimento
ObjetivoFinanciamento a plantios comerciais com espécies exóticas ou nativas em áreas próprias ou arrendadas e ao fomento florestal.
BeneficiáriosEmpresas de base florestal que comprovem regularidade ambiental (licenças, acordos de compromisso ambiental e acordos de ajustamento de conduta, conforme o caso).
Itens Financiáveis
Investimentos nas atividades de plantio, reforma, rebrota e manutenção em áreas próprias e de terceiros.
Fomento florestal através da antecipação de receita na forma de compra antecipada da madeira produzida em área de terceiros.
Gastos para obtenção de Certificação Florestal
Modalidade OperacionalOperação Direta (realizada diretamente com o BNDES)
Condições FinanceirasTaxa de Juros: Custo Financeiro + Remuneração Básica do BNDES de 1,0% a.a. + Taxa de Risco de Crédito
Prazo TotalAté 108 meses, incluído o prazo de carência de até 84 meses.
Nível de ParticipaçãoAté 90% dos itens financiáveis para grandes empresas e até 100% dos itens financiáveis para MPMEs.
Financiamento ao plantio de florestas com espécies nativas
ObjetivoFinanciamento a plantios de espécies nativas para a recomposição de áreas e para a exploração comercial, sob orientação da EMBRAPA.
BeneficiáriosPessoas jurídicas que comprovem regularidade ambiental (licenças, acordos de compromisso ambiental e acordos de ajustamento de conduta, conforme o caso).
Itens Financiáveis
Investimentos nas atividades de plantio, reforma, rebrota e manutenção em áreas próprias e de terceiros.
Gastos para obtenção de Certificação Florestal
Modalidade OperacionalOperação Direta (realizada diretamente com o BNDES)
Condições FinanceirasTaxa de Juros: TJLP + Remuneração Básica do BNDES de 1,0% a.a. + Taxa de Risco de Crédito
Prazo TotalAté 180 meses, sendo os prazos de carência e de amortização definidos conforme o modelo de exploração comercial do plantio financiado.
Nível de ParticipaçãoAté 100% dos itens financiáveis para MPMEs.
EncaminhamentoAs solicitações de apoio são encaminhadas ao BNDES por meio de Carta-Consulta - preenchida segundo as orientações do Roteiro de Informações para Consulta Prévia - enviada pela empresa interessada, ao:Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDESÁrea de Planejamento-APDepartamento de Prioridades-DEPRIAv. República do Chile, 100 - Protocolo - Térreo20031-917 - Rio de Janeiro, RJ
Volta para Meio Ambiente
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