Fusão de Sadia e Perdigão fortalece nova empresa no mercado internacional
Daniel Mello
Repórter da Agência Brasil
São Paulo - A Brasil Foods, empresa resultante da fusão da Sadia e Perdigão, em operação anunciada hoje (19), foi criada com objetivo de ser uma companhia com força para abrir as portas do mercado externo. “O projeto é de uma grande empresa, que tivesse musculatura para competir em nível internacional”, disse o presidente da Sadia, e copresidente da Brasil Foods, Luís Fernando Furlan.
A combinação dos mercados, onde já estão presentes as duas companhias originais, permitirá que a nova empresa comece suas atividades atuando em 110 países, com a previsão de exportar cerca de 42% da produção.
Os mercados dos Estados Unidos e da China são os próximos alvos da nova empresa, de acordo com o presidente da Perdigão, e também copresidente da Brasil Foods, Nildemar Sanches. “Nos Estados Unidos, nós vamos fazer um esforço para superar as barreiras protecionistas”, afirmou.
Atualmente, o Oriente Médio é o maior consumidor externo dos produtos tanto da Sadia como da Perdigão. Os países dessa região absorvem as exportações de 26% e 27% das duas empresas, respectivamente. O segundo maior destino é a Europa, com 22% de participação nas vendas externas de ambas companhias.
Em relação à participação das empresas originais na Brasil Foods, ficou acertado um percentual de 32% para os acionistas da Sadia e de 68% para os controladores da Perdigão. O conselho será formado por representantes de ambas companhias e copresidido por Luís Fernando Furlan e Nildemar Sanches. Entre os dois maiores acionistas da Brasil Foods está o fundo de pensão da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) e a família Furlan, com aproximadamente 12% de controle acionário, cada um.
Para capitalizar a nova empresa será feita uma oferta pública de ações em julho, com o objetivo de captar R$ 4 bilhões. Atualmente a nova empresa acumula uma dívida líquida de R$ 10 bilhões, segundo informações divulgadas durante o anúncio da fusão. De acordo com Nildemar Sanches, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) demonstrou interesse de participar da operação.
A fusão das duas empresas ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
miércoles, 20 de mayo de 2009
martes, 19 de mayo de 2009
BRASIL FOODS BRF ( PERDIGAO Y SADIA )
Brasil Foods nasce com dívida de R$ 10 bi
SÃO PAULO, 19 de maio de 2009 - Apesar dos números grandiosos, a Brasil Foods (BRF) também nasce com uma dívida considerável. Somadas as dívidas de Perdigão e Sadia, a cifra chega a R$ 10 bilhões. 'No curto prazo, podemos ter um faturamento de R$ 30 bilhões e com a emissão de ações nossa dívida vai para R$ 6 bilhões, o que nos coloca em uma posição confortável dentro dos padrões do mercado', disse o presidente do Conselho de Administração da Sadia, Luiz Fernando Furlan. Até o final de julho, a Brasil Foods deve captar um valor estimado de R$ 4 bilhões com uma oferta pública de ações. comente [3]
SÃO PAULO, 19 de maio de 2009 - Apesar dos números grandiosos, a Brasil Foods (BRF) também nasce com uma dívida considerável. Somadas as dívidas de Perdigão e Sadia, a cifra chega a R$ 10 bilhões. 'No curto prazo, podemos ter um faturamento de R$ 30 bilhões e com a emissão de ações nossa dívida vai para R$ 6 bilhões, o que nos coloca em uma posição confortável dentro dos padrões do mercado', disse o presidente do Conselho de Administração da Sadia, Luiz Fernando Furlan. Até o final de julho, a Brasil Foods deve captar um valor estimado de R$ 4 bilhões com uma oferta pública de ações. comente [3]
miércoles, 13 de mayo de 2009
TRIGO EN BRASIL 60% DE LA DEMANDA INTERNA
TRIGO AUMENTO 10 % NO BRASIL
TRIGO NO BRASIL AUMENTO DE 10% ESTE ANO
Ministro prevê aumento de 10% na produção de trigo neste ano Danilo Macedo* Enviado especial Cascavel - O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, acredita que a produção brasileira de trigo cresça 10% este ano, podendo suprir 60% da demanda interna. No lançamento oficial do plantio de trigo no Paraná, maior produtor nacional do cereal, ele ressaltou o estímulo dado pelo governo federal ao cultivo variedade de melhor qualidade do produto.“O preço mínimo já foi estabelecido e, inclusive, introduzimos uma inovação, que é estabelecer um valor maior para o trigo de melhor qualidade, ou seja, estamos induzindo a se produzir um trigo melhor”, afirmou.O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu, no dia 26 de março, reajustar de forma distinta o trigo melhorador, considerado de melhor qualidade, usado na fabricação de pães, e o brando, de qualidade inferior. O preço mínimo dos dois tipos, que era de R$ 480 a tonelada, subiram, respectivamente, 15,63% e 10,42%, passando para R$ 530 e R$ 555 a tonelada.Na última safra, o país produziu 6 milhões de toneladas de trigo, ante um consumo interno de 10,86 milhões de toneladas. O estado do Paraná é responsável por 53% da produção nacional.Segundo o secretário de Agricultura do estado, Valter Bianchinni, o governo estadual, em parceria com o Banco do Brasil, garante que não faltará recursos para os triticultores e a espectativa é de aumento de 5% na área plantada.“Se o clima ajudar, o Paraná terá uma safra tão boa quanto à do ano passado, de 3,2 milhões de toneladas, ou até um pouco mais, 3,5 milhões de toneladas, em função do crescimento de área”, afirmou Bianchinni, à Agência Brasil. Ele informou que, como no Paraná predomina o cultivo de trigo melhorador, a diferenciação dos reajustes dos preços mínimos beneficia os produtores paranaenses.Em 2007, a colheita de trigo foi de 4,1 milhões de toneladas. Apesar de baixa, já tinha tido um grande crescimento em relação ao ano anterior, quando foi de 2,3 milhões de toneladas. A necessidade brasileira de produzir mais trigo aumentou principalmente depois que a Argentina, principal fornecedora do produto, sofreu forte redução em sua produção. Por isso, o governo argentino adotou medidas para frear as exportações e garantir o abastecimento interno.Mesmo com o aumento da produção brasileira, o país deve ter que importar mais de 4 milhões de toneladas este ano, volume que não será totalmente suprido pela Argentina, que deve exportar, ao todo, 3,4 milhões de toneladas, sendo aproximadamente 2 milhões para o Brasil. Com isso, os moinhos já reivindicam que o governo reduza a Tarifa Externa Comum (TEC), que é de 10% para os países de fora do Mercosul.De acordo com Stephanes, isso deve ser feito no momento e quantidade certos para que o trigo importado não cause redução do preço pago aos triticultores brasileiros. Para isso, a TEC deve ser liberada somente quando os estoques estiverem próximos de acabar e num volume que abasteça o mercado até não muito além da próxima colheita.“Eu não aceito que seja discutida a redução dessa tarifa no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterio”, afirmou o ministro em seu discurso.
TRIGO NO BRASIL AUMENTO DE 10% ESTE ANO
Ministro prevê aumento de 10% na produção de trigo neste ano Danilo Macedo* Enviado especial Cascavel - O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, acredita que a produção brasileira de trigo cresça 10% este ano, podendo suprir 60% da demanda interna. No lançamento oficial do plantio de trigo no Paraná, maior produtor nacional do cereal, ele ressaltou o estímulo dado pelo governo federal ao cultivo variedade de melhor qualidade do produto.“O preço mínimo já foi estabelecido e, inclusive, introduzimos uma inovação, que é estabelecer um valor maior para o trigo de melhor qualidade, ou seja, estamos induzindo a se produzir um trigo melhor”, afirmou.O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu, no dia 26 de março, reajustar de forma distinta o trigo melhorador, considerado de melhor qualidade, usado na fabricação de pães, e o brando, de qualidade inferior. O preço mínimo dos dois tipos, que era de R$ 480 a tonelada, subiram, respectivamente, 15,63% e 10,42%, passando para R$ 530 e R$ 555 a tonelada.Na última safra, o país produziu 6 milhões de toneladas de trigo, ante um consumo interno de 10,86 milhões de toneladas. O estado do Paraná é responsável por 53% da produção nacional.Segundo o secretário de Agricultura do estado, Valter Bianchinni, o governo estadual, em parceria com o Banco do Brasil, garante que não faltará recursos para os triticultores e a espectativa é de aumento de 5% na área plantada.“Se o clima ajudar, o Paraná terá uma safra tão boa quanto à do ano passado, de 3,2 milhões de toneladas, ou até um pouco mais, 3,5 milhões de toneladas, em função do crescimento de área”, afirmou Bianchinni, à Agência Brasil. Ele informou que, como no Paraná predomina o cultivo de trigo melhorador, a diferenciação dos reajustes dos preços mínimos beneficia os produtores paranaenses.Em 2007, a colheita de trigo foi de 4,1 milhões de toneladas. Apesar de baixa, já tinha tido um grande crescimento em relação ao ano anterior, quando foi de 2,3 milhões de toneladas. A necessidade brasileira de produzir mais trigo aumentou principalmente depois que a Argentina, principal fornecedora do produto, sofreu forte redução em sua produção. Por isso, o governo argentino adotou medidas para frear as exportações e garantir o abastecimento interno.Mesmo com o aumento da produção brasileira, o país deve ter que importar mais de 4 milhões de toneladas este ano, volume que não será totalmente suprido pela Argentina, que deve exportar, ao todo, 3,4 milhões de toneladas, sendo aproximadamente 2 milhões para o Brasil. Com isso, os moinhos já reivindicam que o governo reduza a Tarifa Externa Comum (TEC), que é de 10% para os países de fora do Mercosul.De acordo com Stephanes, isso deve ser feito no momento e quantidade certos para que o trigo importado não cause redução do preço pago aos triticultores brasileiros. Para isso, a TEC deve ser liberada somente quando os estoques estiverem próximos de acabar e num volume que abasteça o mercado até não muito além da próxima colheita.“Eu não aceito que seja discutida a redução dessa tarifa no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterio”, afirmou o ministro em seu discurso.
lunes, 11 de mayo de 2009
BRASIL : PARTICIPACIONES DE LAS EXPORTACIONES DE AGRONEGOCIOS SUBE PARA 44,5 %
Participação do agronegócio nas exportações sobe para 44,5%
Brasília e São Paulo, 11 de Maio de 2009 - Apesar da queda na receita em abril, as exportações do agronegócio aumentaram a participação nas exportações brasileiras. As vendas somaram US$ 5,483 bilhões, recuo de 4,7% em relação a igual período do ano anterior. Mas a participação do setor saltou, no período, de 40,9% para 44,5%.
Se as vendas de produtos agrícolas ao exterior caíram, mais acentuada ainda foi a retração das importações, 13,4%. O saldo da balança do agronegócio no período ficou positivo em US$ 4,804 bilhões, pouco abaixo do superávit registrado em abril de 2008 de US$ 4,971 bilhões.
B10(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Ayr Aliski e Gilmara Botelho)
Brasília e São Paulo, 11 de Maio de 2009 - Apesar da queda na receita em abril, as exportações do agronegócio aumentaram a participação nas exportações brasileiras. As vendas somaram US$ 5,483 bilhões, recuo de 4,7% em relação a igual período do ano anterior. Mas a participação do setor saltou, no período, de 40,9% para 44,5%.
Se as vendas de produtos agrícolas ao exterior caíram, mais acentuada ainda foi a retração das importações, 13,4%. O saldo da balança do agronegócio no período ficou positivo em US$ 4,804 bilhões, pouco abaixo do superávit registrado em abril de 2008 de US$ 4,971 bilhões.
B10(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Ayr Aliski e Gilmara Botelho)
viernes, 8 de mayo de 2009
AGRONEGOCIOS - EXPORTACIONES BRASIL
AGRONEGÓCIO: Exportações somam R$ 12 bilhões em abril
SÃO PAULO, 8 de maio de 2009 - As exportações do agronegócio em moeda nacional registraram alta de 24,4% em abril, em relação ao mesmo mês do ano passado. As vendas ao comércio exterior totalizaram R$ 12,090 bilhões, contra R$ 9,715 bilhões em 2008. Já as importações apresentaram crescimento menor, 13,1%, passando de R$ 1,324 bilhão para R$ 1,497 bilhão. O superávit da balança comercial foi de R$ 10,593 bilhões, beneficiado pela desvalorização do real, em torno de 31%, frente ao dólar.
Já as exportações computadas em moeda americana registraram baixas de 4,7% em abril, diminuindo de US$ 5,75 bilhões para US$ 5,48 bilhões. Mesmo assim, o superávit foi de US$ 4,804 bilhões. Os setores que apresentaram maiores taxas de crescimento foram complexo soja (12,2%), complexo sucroalcooleiro (21,1%), animais vivos (14,6%) e produtos apícolas (113,7%).
As vendas do complexo soja (grão, farelo e óleo) totalizaram US$ 2,087 bilhões. Os valores exportados em grãos aumentaram de US$ 1,398 bilhão para US$ 1,542 bilhão. Apesar da redução de 17,8% nos preços, a quantidade exportada aumentou 34,3%. O mesmo aconteceu com o farelo de soja, que registrou preços 7% inferiores aos praticados em abril de 2008, enquanto o volume exportado aumentou 58,2%, gerando receita de US$ 418 milhões, alta de 47%. Já as exportações do óleo de soja apresentaram queda (-28,5%), com elevação de 27,1% no volume exportado e redução de 43,7% nos preços.
O valor das exportações do complexo sucroalcooleiro passou de US$ 411 milhões para US$ 498 milhões (+21,1%). O crescimento é atribuído às vendas de açúcar, que tiveram alta de 47,9% em abril, na comparação com o mesmo mês de 2008, atingindo a cifra de US$ 405 milhões. Houve aumento de preço e quantidade vendida do produto de 8,2% e 36,7%, respectivamente. Em contraposição, as exportações de álcool tiveram redução, em dólares, de 32,2%, totalizando US$ 93 milhões. A queda deveu-se à redução tanto do volume exportado (-13%), quanto do preço (-22%).
Dentre os produtos mais importantes da pauta exportadora, apresentaram variações negativas os setores de carnes (-11,3%), couros e seus produtos (-49,4%), produtos florestais (-10,9%) e café (-12,2%). A receita de exportações de carnes passou de US$ 1,093 bilhão em abril de 2008 para US$ 970 milhões em abril deste ano.
A movimentação financeira de carne bovina in natura diminuiu 19,5% (de US$ 308 milhões para US$ 248 milhões), por conta da queda de 15,4% no preço médio e uma redução de 4,9% na quantidade embarcada. A receita com as vendas de carne de frango in natura apresentaram crescimento (4,2%), pelo aumento da quantidade exportada (28,2%), que compensou a queda de preços (-18,7%). As vendas externas de carne suína apresentaram redução de 22,8%, em função da queda dos preços em dólares (-28,5%), pois a quantidade exportada aumentou 8,1%. (Redação - InvestNews)
SÃO PAULO, 8 de maio de 2009 - As exportações do agronegócio em moeda nacional registraram alta de 24,4% em abril, em relação ao mesmo mês do ano passado. As vendas ao comércio exterior totalizaram R$ 12,090 bilhões, contra R$ 9,715 bilhões em 2008. Já as importações apresentaram crescimento menor, 13,1%, passando de R$ 1,324 bilhão para R$ 1,497 bilhão. O superávit da balança comercial foi de R$ 10,593 bilhões, beneficiado pela desvalorização do real, em torno de 31%, frente ao dólar.
Já as exportações computadas em moeda americana registraram baixas de 4,7% em abril, diminuindo de US$ 5,75 bilhões para US$ 5,48 bilhões. Mesmo assim, o superávit foi de US$ 4,804 bilhões. Os setores que apresentaram maiores taxas de crescimento foram complexo soja (12,2%), complexo sucroalcooleiro (21,1%), animais vivos (14,6%) e produtos apícolas (113,7%).
As vendas do complexo soja (grão, farelo e óleo) totalizaram US$ 2,087 bilhões. Os valores exportados em grãos aumentaram de US$ 1,398 bilhão para US$ 1,542 bilhão. Apesar da redução de 17,8% nos preços, a quantidade exportada aumentou 34,3%. O mesmo aconteceu com o farelo de soja, que registrou preços 7% inferiores aos praticados em abril de 2008, enquanto o volume exportado aumentou 58,2%, gerando receita de US$ 418 milhões, alta de 47%. Já as exportações do óleo de soja apresentaram queda (-28,5%), com elevação de 27,1% no volume exportado e redução de 43,7% nos preços.
O valor das exportações do complexo sucroalcooleiro passou de US$ 411 milhões para US$ 498 milhões (+21,1%). O crescimento é atribuído às vendas de açúcar, que tiveram alta de 47,9% em abril, na comparação com o mesmo mês de 2008, atingindo a cifra de US$ 405 milhões. Houve aumento de preço e quantidade vendida do produto de 8,2% e 36,7%, respectivamente. Em contraposição, as exportações de álcool tiveram redução, em dólares, de 32,2%, totalizando US$ 93 milhões. A queda deveu-se à redução tanto do volume exportado (-13%), quanto do preço (-22%).
Dentre os produtos mais importantes da pauta exportadora, apresentaram variações negativas os setores de carnes (-11,3%), couros e seus produtos (-49,4%), produtos florestais (-10,9%) e café (-12,2%). A receita de exportações de carnes passou de US$ 1,093 bilhão em abril de 2008 para US$ 970 milhões em abril deste ano.
A movimentação financeira de carne bovina in natura diminuiu 19,5% (de US$ 308 milhões para US$ 248 milhões), por conta da queda de 15,4% no preço médio e uma redução de 4,9% na quantidade embarcada. A receita com as vendas de carne de frango in natura apresentaram crescimento (4,2%), pelo aumento da quantidade exportada (28,2%), que compensou a queda de preços (-18,7%). As vendas externas de carne suína apresentaram redução de 22,8%, em função da queda dos preços em dólares (-28,5%), pois a quantidade exportada aumentou 8,1%. (Redação - InvestNews)
viernes, 1 de mayo de 2009
COSAN E NOVA AMERICA LIDER EM SUCROALCOHOLERA
viernes 13 de marzo de 2009
COSAN Y NOVA AMERICA EMPRESA LIDER SUCROALCOHOLERA
Cosan y Nova América forman empresa sucroalcoholera líder en Brasil
afpCosan, líder del sector sucroalcoholero en Brasil, anunció su asociación con Nova América a través de un intercambio de acciones, para alcanzar una capacidad de molienda anual de 60 millones de toneladas de caña de azúcar, 10% de la producción brasileña.El grupo tendrá ahora el mayor número de usinas de procesamiento en el país, 23 (19 de Cosan y cuatro de Nova América), y refuerza su participación logística en los terminales portuarios brasileños. La asociación debe concluirse en un plazo de 45 a 60 días.El memorando de entendimiento con la Rezende Barbosa SA (propietaria de Nova América), da a Cosan, a cambio del 11% de sus acciones, el control de Nova América, de la marca Uniao (líder del mercado azucarero brasileño), de dos refinerías y cuatro empaquetadoras de azúcar.Además Cosan adquiere 51% del capital de Nova América en Teaçu Armazéns Gerais (para completar 100% del control) y 8% de su participación en la Teas (Terminal Exportadora de Alcohol de Santos), para tener 40% de sus acciones. La capacidad de embarque anual de la Teas es de 650 millones de litros de etanol."A partir de la incorporación, Rezende Barbosa pasa a tener cerca del 11% de las acciones del grupo, convirtiéndose en uno de sus principales accionistas", afirmó Paulo Diniz, vicepresidente financiero de Cosan en conferencia de prensa.
Publicado por noticiascavenbra.blogspot.com en 20:44 0 comentarios
COSAN Y NOVA AMERICA EMPRESA LIDER SUCROALCOHOLERA
Cosan y Nova América forman empresa sucroalcoholera líder en Brasil
afpCosan, líder del sector sucroalcoholero en Brasil, anunció su asociación con Nova América a través de un intercambio de acciones, para alcanzar una capacidad de molienda anual de 60 millones de toneladas de caña de azúcar, 10% de la producción brasileña.El grupo tendrá ahora el mayor número de usinas de procesamiento en el país, 23 (19 de Cosan y cuatro de Nova América), y refuerza su participación logística en los terminales portuarios brasileños. La asociación debe concluirse en un plazo de 45 a 60 días.El memorando de entendimiento con la Rezende Barbosa SA (propietaria de Nova América), da a Cosan, a cambio del 11% de sus acciones, el control de Nova América, de la marca Uniao (líder del mercado azucarero brasileño), de dos refinerías y cuatro empaquetadoras de azúcar.Además Cosan adquiere 51% del capital de Nova América en Teaçu Armazéns Gerais (para completar 100% del control) y 8% de su participación en la Teas (Terminal Exportadora de Alcohol de Santos), para tener 40% de sus acciones. La capacidad de embarque anual de la Teas es de 650 millones de litros de etanol."A partir de la incorporación, Rezende Barbosa pasa a tener cerca del 11% de las acciones del grupo, convirtiéndose en uno de sus principales accionistas", afirmó Paulo Diniz, vicepresidente financiero de Cosan en conferencia de prensa.
Publicado por noticiascavenbra.blogspot.com en 20:44 0 comentarios
AUTOSUFICIENCIA DE FERTILIZANTES BRASIL
AGRONEGOCIOS - AUTOSUFICIENÇA DE FERTILIZANTES BRASIL
AGRONEGÓCIO: País quer autosuficiência em fertilizantes
SÃO PAULO, 17 de abril de 2009 - 'Está comprovado que o Brasil tem jazidas e depósitos para se tornar autossuficiente em fertilizantes. No caso dos nitrogenados, isso pode ocorrer no prazo de cinco anos, nos fosfatados, de seis a oito anos e, no potássio, em um prazo máximo de 10 anos.' A declaração é do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, que apresentou o Plano Nacional de Fertilizantes nesta sexta-feira, em Brasília.
Segundo Stephanes, o governo tomou uma decisão política de que essa é uma questão estratégica, de vulnerabilidade e que exige importantes ações. 'A Embrapa precisa desenvolver novas tecnologias para que usemos menos fertilizantes ou passemos a ter alternativas para isso. Vamos buscar a importação direta para acabar com o oligopólio que existe nesse setor', enfatizou.
O Brasil tem uma jazida de potássio em Sergipe, com três depósitos, um em exploração pela mineradora Vale e outros dois que ainda aguardam incentivos. 'Além disso, temos que verificar a possibilidade de encontrar potássio em localidades que vão, desde o Recôncavo Baiano até o Espírito Santo', explicou Stephanes.
Outro local com possibilidade de exploração de potássio é Nova Olinda do Norte (AM). De acordo com o ministro, a Petrobras já explorou o local, com perfurações de até 1,1 mil metros de profundidade. 'Uma empresa canadense chegou a dizer que lá está o terceiro maior depósito de potássio do mundo. Com isso, o Brasil perderia apenas para o Canadá e Rússia, que ocupam os primeiros lugares.'
Em relação ao fosfato, dez jazidas já estão sendo exploradas em Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Bahia e Sergipe. O País já identificou algumas jazidas que precisam ser lavradas em São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Ceará, Pará e Mato Grosso.
O Brasil importa 73% dos fertilizantes e produz 23% da demanda interna. Ao todo, o País importa 75% de nitrogênio, 51% de fósforo e 91% de potássio. Estados Unidos, China, Rússia, Tunísia e Marrocos são responsáveis por 73% do mercado de fosfatados. Em 2008, o mercado de fertilizantes movimentou US$ 15 bilhões. (Redação - InvestNews)
CM8ShowAd('investnews_Patrocinio3')
Publicado por noticiascavenbra.blogspot.com en 7:44 0 comentarios
AGRONEGÓCIO: País quer autosuficiência em fertilizantes
SÃO PAULO, 17 de abril de 2009 - 'Está comprovado que o Brasil tem jazidas e depósitos para se tornar autossuficiente em fertilizantes. No caso dos nitrogenados, isso pode ocorrer no prazo de cinco anos, nos fosfatados, de seis a oito anos e, no potássio, em um prazo máximo de 10 anos.' A declaração é do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, que apresentou o Plano Nacional de Fertilizantes nesta sexta-feira, em Brasília.
Segundo Stephanes, o governo tomou uma decisão política de que essa é uma questão estratégica, de vulnerabilidade e que exige importantes ações. 'A Embrapa precisa desenvolver novas tecnologias para que usemos menos fertilizantes ou passemos a ter alternativas para isso. Vamos buscar a importação direta para acabar com o oligopólio que existe nesse setor', enfatizou.
O Brasil tem uma jazida de potássio em Sergipe, com três depósitos, um em exploração pela mineradora Vale e outros dois que ainda aguardam incentivos. 'Além disso, temos que verificar a possibilidade de encontrar potássio em localidades que vão, desde o Recôncavo Baiano até o Espírito Santo', explicou Stephanes.
Outro local com possibilidade de exploração de potássio é Nova Olinda do Norte (AM). De acordo com o ministro, a Petrobras já explorou o local, com perfurações de até 1,1 mil metros de profundidade. 'Uma empresa canadense chegou a dizer que lá está o terceiro maior depósito de potássio do mundo. Com isso, o Brasil perderia apenas para o Canadá e Rússia, que ocupam os primeiros lugares.'
Em relação ao fosfato, dez jazidas já estão sendo exploradas em Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Bahia e Sergipe. O País já identificou algumas jazidas que precisam ser lavradas em São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Ceará, Pará e Mato Grosso.
O Brasil importa 73% dos fertilizantes e produz 23% da demanda interna. Ao todo, o País importa 75% de nitrogênio, 51% de fósforo e 91% de potássio. Estados Unidos, China, Rússia, Tunísia e Marrocos são responsáveis por 73% do mercado de fosfatados. Em 2008, o mercado de fertilizantes movimentou US$ 15 bilhões. (Redação - InvestNews)
CM8ShowAd('investnews_Patrocinio3')
Publicado por noticiascavenbra.blogspot.com en 7:44 0 comentarios
ARROS SUPERAVIT BRASIL
ARROZ - SUPERAVIT NO BRASIL
O superávit na balança comercial do arroz em 2008 alcançou, aproximadamente, 80 mil toneladas, ou um diferencial de 25% para as vendas externas. As exportações resultaram em um faturamento de US$ 211,2 milhões.
O superávit na balança comercial do arroz em 2008 alcançou, aproximadamente, 80 mil toneladas, ou um diferencial de 25% para as vendas externas. As exportações resultaram em um faturamento de US$ 211,2 milhões.
BRASIL E OS FERTILIZANTES
BRASIL TEM RESERVAS DE FERTILIZANTES
AGRONEGÓCIO: Brasil tem reserva de fertilizante inexplorada
SÃO PAULO, 7 de abril de 2009 - Os produtores brasileiros gastaram, em 2008, cerca de US$ 5 bilhões na importação de 6,5 milhões de toneladas de cloreto de potássio, uma das três principais matérias-primas para fertilizantes usados no plantio da safra. Esse valor representa 91% do que é consumido internamente. Apesar disso, o governo obteve a garantia de que o país tem a terceira maior reserva de potássio do mundo, perdendo apenas do Canadá e da Rússia.
A diferença é que a reserva brasileira ainda nem começou a ser explorada. Na revelação feita hoje pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, ele disse que é preciso "criar uma massa crítica no setor rural em relação a esse assunto para garantir a auto-suficiência". A informação da reserva gigante chegou ao ministro pela Falcon, uma multinacional da mineração.
A empresa disse ter as informações desde 1974, quando foram feitas as primeiras análises pela Petrobras. Stephanes disse que, apesar disso, a estatal brasileira não passou esses dados ao governo, o que, inclusive, teria gerado a reação da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, quando, em uma reunião realizada no ano passado, soube que, além disso, os direitos de exploração da mina tinham sidos vendidos à Falcon.
A reserva se estende por cerca de 400 quilômetros ao longo do vale do Rio Amazonas, na divisa do Amazonas em direção ao Pará. De acordo com as pesquisas apresentadas ao ministro, o adubo mineral pode ser encontrado a partir de uma profundidade de 750 metros.
Stephanes disse que uma avaliação detalhada e a decisão de se explorar a reserva devem ser tomadas rapidamente, já que o retorno só virá a médio prazo. "Depois que se tomar uma decisão, até ter a primeira tonelada, leva de seis a sete anos. Vai decorrer um tempo bastante grande, mas nós temos que começar", afirmou. Ele disse que, dentro de quinze dias, se reunirá com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, para discutir uma política que leve ao aumento da oferta interna de fertilizantes.
Comprovados o tamanho e a viabilidade econômica da reserva, o país teria condições de se tornar auto-suficiente no fertilizante mais importado, percentualmente, pelos produtores brasileiros. A importância da notícia se deve ao fato de a produção mundial estar em quatro países e o comércio ser controlado por apenas três empresas.
"Existe uma cartelização no mundo em relação ao potássio e isso torna o Brasil bastante vulnerável e a custos muito altos de produção", ressaltou Stephanes. Por causa dessa concentração na produção e na comercialização, o preço da tonelada de cloreto de potássio, que no ano passado era vendida a US$ 800, caiu para cerca de US$ 750, enquanto os demais fertilizantes registraram queda de até 50%.
O ministro da Agricultura disse que também há indícios de que haja mais duas jazidas menores próximas à região onde atualmente a empresa Vale extrai os 9% de cloreto de potássio, que não precisam ser importados. "Com elas podemos sair da produção de 9% para 25% do consumo interno", disse o ministro.
Publicado por Negocios Com Brasil en 17:38 0 comentarios
sábado 28 de febrero de 2009
AGRONEGÓCIO: Brasil tem reserva de fertilizante inexplorada
SÃO PAULO, 7 de abril de 2009 - Os produtores brasileiros gastaram, em 2008, cerca de US$ 5 bilhões na importação de 6,5 milhões de toneladas de cloreto de potássio, uma das três principais matérias-primas para fertilizantes usados no plantio da safra. Esse valor representa 91% do que é consumido internamente. Apesar disso, o governo obteve a garantia de que o país tem a terceira maior reserva de potássio do mundo, perdendo apenas do Canadá e da Rússia.
A diferença é que a reserva brasileira ainda nem começou a ser explorada. Na revelação feita hoje pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, ele disse que é preciso "criar uma massa crítica no setor rural em relação a esse assunto para garantir a auto-suficiência". A informação da reserva gigante chegou ao ministro pela Falcon, uma multinacional da mineração.
A empresa disse ter as informações desde 1974, quando foram feitas as primeiras análises pela Petrobras. Stephanes disse que, apesar disso, a estatal brasileira não passou esses dados ao governo, o que, inclusive, teria gerado a reação da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, quando, em uma reunião realizada no ano passado, soube que, além disso, os direitos de exploração da mina tinham sidos vendidos à Falcon.
A reserva se estende por cerca de 400 quilômetros ao longo do vale do Rio Amazonas, na divisa do Amazonas em direção ao Pará. De acordo com as pesquisas apresentadas ao ministro, o adubo mineral pode ser encontrado a partir de uma profundidade de 750 metros.
Stephanes disse que uma avaliação detalhada e a decisão de se explorar a reserva devem ser tomadas rapidamente, já que o retorno só virá a médio prazo. "Depois que se tomar uma decisão, até ter a primeira tonelada, leva de seis a sete anos. Vai decorrer um tempo bastante grande, mas nós temos que começar", afirmou. Ele disse que, dentro de quinze dias, se reunirá com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, para discutir uma política que leve ao aumento da oferta interna de fertilizantes.
Comprovados o tamanho e a viabilidade econômica da reserva, o país teria condições de se tornar auto-suficiente no fertilizante mais importado, percentualmente, pelos produtores brasileiros. A importância da notícia se deve ao fato de a produção mundial estar em quatro países e o comércio ser controlado por apenas três empresas.
"Existe uma cartelização no mundo em relação ao potássio e isso torna o Brasil bastante vulnerável e a custos muito altos de produção", ressaltou Stephanes. Por causa dessa concentração na produção e na comercialização, o preço da tonelada de cloreto de potássio, que no ano passado era vendida a US$ 800, caiu para cerca de US$ 750, enquanto os demais fertilizantes registraram queda de até 50%.
O ministro da Agricultura disse que também há indícios de que haja mais duas jazidas menores próximas à região onde atualmente a empresa Vale extrai os 9% de cloreto de potássio, que não precisam ser importados. "Com elas podemos sair da produção de 9% para 25% do consumo interno", disse o ministro.
Publicado por Negocios Com Brasil en 17:38 0 comentarios
sábado 28 de febrero de 2009
SAFRA DE GRÃOS DE BRASIL 2008/2009
SAFRA DE GRÃOS 2008/2009 137,5 MILHOES DE TONELADAS
AGRONEGÓCIO: Safra de grãos será de 137,5 milhões de toneladas
BRASÍLIA, 7 de abril de 2009 - O Brasil vai colher 137,5 milhões de toneladas de grãos na safra 2008/2009, aponta o sétimo levantamento de safra da Companhia Nacional de Abastecimento. O dado, apresentado hoje, representa um crescimento de 2,25 milhões de toneladas na comparação com projeção de que o País produziria 135,3 milhões de toneladas, conforme divulgou a Conab em março. É um salto de 1,6% na produção, impulsionado principalmente pelas boas condições climáticas na região Sul. A área plantada agora é estimada em 47,6 milhões de hectares, queda de 200 mil hectares em relação à estimativa anterior.
No ano passado, o Brasil colheu 144,1 milhões de toneladas, utilizando uma área de 47,4 milhões de hectares. Ou seja, conforme o novo levantamento, haverá uma redução de 4,5% na produção e aumento de 0,4% na área, caracterizando um ano de menores índices de produtividade. A soja mantém a posição de principal commodity, com 58,1 milhões de toneladas (frente 57,6 milhões de toneladas, em março). "O Rio Grande do Sul aumentou em quase 500 mil toneladas a oferta em relação à estimativa do mês anterior", disse o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Edílson Guimarães. A estimativa mais recente conseguiu captar informações de um plantio já consolidado, menos suscetível às intempéries. No caso do Rio Grande do Sul, por exemplo, parcela de quase 10% da soja já foi colhida. De qualquer forma, a nova estimativa representa uma queda de 3,1% frente o total de 60 milhões de toneladas de soja colhidas na safra passada. (Ayr Aliski - Gazeta Mercantil)
AGRONEGÓCIO: Safra de grãos será de 137,5 milhões de toneladas
BRASÍLIA, 7 de abril de 2009 - O Brasil vai colher 137,5 milhões de toneladas de grãos na safra 2008/2009, aponta o sétimo levantamento de safra da Companhia Nacional de Abastecimento. O dado, apresentado hoje, representa um crescimento de 2,25 milhões de toneladas na comparação com projeção de que o País produziria 135,3 milhões de toneladas, conforme divulgou a Conab em março. É um salto de 1,6% na produção, impulsionado principalmente pelas boas condições climáticas na região Sul. A área plantada agora é estimada em 47,6 milhões de hectares, queda de 200 mil hectares em relação à estimativa anterior.
No ano passado, o Brasil colheu 144,1 milhões de toneladas, utilizando uma área de 47,4 milhões de hectares. Ou seja, conforme o novo levantamento, haverá uma redução de 4,5% na produção e aumento de 0,4% na área, caracterizando um ano de menores índices de produtividade. A soja mantém a posição de principal commodity, com 58,1 milhões de toneladas (frente 57,6 milhões de toneladas, em março). "O Rio Grande do Sul aumentou em quase 500 mil toneladas a oferta em relação à estimativa do mês anterior", disse o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Edílson Guimarães. A estimativa mais recente conseguiu captar informações de um plantio já consolidado, menos suscetível às intempéries. No caso do Rio Grande do Sul, por exemplo, parcela de quase 10% da soja já foi colhida. De qualquer forma, a nova estimativa representa uma queda de 3,1% frente o total de 60 milhões de toneladas de soja colhidas na safra passada. (Ayr Aliski - Gazeta Mercantil)
MAYOR EMPRESA DE CELULOSE
MAYOR EMPRESA DE CELULOSE DE EUCALIPTO DEL MUNDO
BNDES apoia criação da maior empresa de celulose de eucalipto do mundo
20.01.09· Companhia que resultará da aquisição da Aracruz pela VCP será líder mundial em celulose de fibra curta · Expectativa é de criação de 90 mil empregos diretos e indiretos e produção de 9,3 milhões de toneladas até 2020 O BNDES firmou hoje Acordo de Investimento com a Votorantim Celulose e Papel S.A. (VCP) e seus controladores, que prevê o apoio da BNDESPAR à reestruturação societária que deve resultar na aquisição do controle da Aracruz Celulose S.A. pela VCP, pelo valor nominal de R$ 5,4 bilhões. A operação permitirá a constituição da maior empresa de celulose de fibra curta do mundo. A BNDESPAR poderá investir na nova empresa recursos da ordem de até R$ 2,4 bilhões, sendo até R$ 1,8 bilhão em ações preferenciais de emissão da VCP e R$ 580 milhões em debêntures de emissão da Votorantim Industrial S.A. (VID – controladora da VCP), permutáveis em ações ordinárias de emissão da VCP. A participação da BNDESPAR na nova companhia poderá ficar em torno de um terço do capital total.
Publicado por FPProjetosBrasil en 20:00 0 comentarios
BNDES apoia criação da maior empresa de celulose de eucalipto do mundo
20.01.09· Companhia que resultará da aquisição da Aracruz pela VCP será líder mundial em celulose de fibra curta · Expectativa é de criação de 90 mil empregos diretos e indiretos e produção de 9,3 milhões de toneladas até 2020 O BNDES firmou hoje Acordo de Investimento com a Votorantim Celulose e Papel S.A. (VCP) e seus controladores, que prevê o apoio da BNDESPAR à reestruturação societária que deve resultar na aquisição do controle da Aracruz Celulose S.A. pela VCP, pelo valor nominal de R$ 5,4 bilhões. A operação permitirá a constituição da maior empresa de celulose de fibra curta do mundo. A BNDESPAR poderá investir na nova empresa recursos da ordem de até R$ 2,4 bilhões, sendo até R$ 1,8 bilhão em ações preferenciais de emissão da VCP e R$ 580 milhões em debêntures de emissão da Votorantim Industrial S.A. (VID – controladora da VCP), permutáveis em ações ordinárias de emissão da VCP. A participação da BNDESPAR na nova companhia poderá ficar em torno de um terço do capital total.
Publicado por FPProjetosBrasil en 20:00 0 comentarios
FONDO AMAZONIA - CREDITO DE CARBONO
FONDO AMAZONIA CREDITO DE CARBONO
BNDES recebe US$ 110 milhões da Noruega para Fundo Amazônia
25.03.09O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, assinou o primeiro contrato de doação com o governo da Noruega destinado ao Fundo Amazônia. O Fundo, administrado pelo BNDES, receberá por este contrato o equivalente a US$ 110 milhões (700 milhões de coroas norueguesas) com desembolsos previstos para 2009 e 2010. Os recursos são parte da doação de US$ 1 bilhão prevista para ser repassada integralmente até 2015. Criado no fim do ano passado, o novo fundo será destinado a financiamentos não reembolsáveis de ações que contribuam para a prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento da floresta. A captação de recursos é baseada na efetiva redução de emissões de gases de efeito estufa para a atmosfera decorrente das áreas desmatadas na Amazônia brasileira. Trata-se de mecanismo inédito, proposto pelo governo brasileiro, durante a Conferência das Partes, em Bali, promovida pela ONU para debater as condições climáticas do planeta. Pela primeira vez, o combate ao desmatamento incluirá uma série de ações abrangentes de forma a promover o desenvolvimento sustentável da Amazônia. As iniciativas passíveis de apoio do Fundo estão classificadas em quatro grandes categorias:
Fomento a atividades produtivas sustentáveis de produção, comercialização e uso dos recursos naturais do Bioma Amazônia que se constituam em alternativas aos empreendimentos que hoje direta ou indiretamente concorrem para o desmatamento;
Conservação e proteção de Áreas Protegidas;
Desenvolvimento científico e tecnológico ligado ao uso sustentável da biodiversidade; e
Modernização e desenvolvimento institucional de órgãos atuantes contra o desmatamento na região amazônica. As doações poderão ser feitas por governos, empresas e pessoas físicas. O BNDES emitirá um diploma para cada contribuição ao Fundo Amazônia, identificando o doador e a parcela de suas contribuições ao esforço de redução das emissões de gás carbônico. Área de Meio Ambiente – O fundo será administrado pela área de Meio Ambiente, criada em fevereiro de 2009, no BNDES, diante da crescente relevância da questão na análise dos projetos financiados pelo Banco. Originária do antigo Departamento de Meio Ambiente, a nova área terá como principal objetivo reforçar a política ambiental do BNDES. Uma de suas atribuições será aprimorar o conhecimento e a gestão do BNDES no tratamento das questões ambientais, contribuindo para maior participação do Banco nos fóruns internacionais sobre temas que afetem o setor. A nova área também será responsável pelo desenvolvimento de produtos financeiros voltados para o meio ambiente. Um dos objetivos é realizar operações de financiamento, de renda fixa ou variável, que viabilizem projetos voltados para eficiência energética, desenvolvimento tecnológico dirigido ao meio ambiente, mitigação de mudanças climáticas, florestas ou outras atividades sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento de mercados de carbono e projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) no Brasil.
BNDES recebe US$ 110 milhões da Noruega para Fundo Amazônia
25.03.09O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, assinou o primeiro contrato de doação com o governo da Noruega destinado ao Fundo Amazônia. O Fundo, administrado pelo BNDES, receberá por este contrato o equivalente a US$ 110 milhões (700 milhões de coroas norueguesas) com desembolsos previstos para 2009 e 2010. Os recursos são parte da doação de US$ 1 bilhão prevista para ser repassada integralmente até 2015. Criado no fim do ano passado, o novo fundo será destinado a financiamentos não reembolsáveis de ações que contribuam para a prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento da floresta. A captação de recursos é baseada na efetiva redução de emissões de gases de efeito estufa para a atmosfera decorrente das áreas desmatadas na Amazônia brasileira. Trata-se de mecanismo inédito, proposto pelo governo brasileiro, durante a Conferência das Partes, em Bali, promovida pela ONU para debater as condições climáticas do planeta. Pela primeira vez, o combate ao desmatamento incluirá uma série de ações abrangentes de forma a promover o desenvolvimento sustentável da Amazônia. As iniciativas passíveis de apoio do Fundo estão classificadas em quatro grandes categorias:
Fomento a atividades produtivas sustentáveis de produção, comercialização e uso dos recursos naturais do Bioma Amazônia que se constituam em alternativas aos empreendimentos que hoje direta ou indiretamente concorrem para o desmatamento;
Conservação e proteção de Áreas Protegidas;
Desenvolvimento científico e tecnológico ligado ao uso sustentável da biodiversidade; e
Modernização e desenvolvimento institucional de órgãos atuantes contra o desmatamento na região amazônica. As doações poderão ser feitas por governos, empresas e pessoas físicas. O BNDES emitirá um diploma para cada contribuição ao Fundo Amazônia, identificando o doador e a parcela de suas contribuições ao esforço de redução das emissões de gás carbônico. Área de Meio Ambiente – O fundo será administrado pela área de Meio Ambiente, criada em fevereiro de 2009, no BNDES, diante da crescente relevância da questão na análise dos projetos financiados pelo Banco. Originária do antigo Departamento de Meio Ambiente, a nova área terá como principal objetivo reforçar a política ambiental do BNDES. Uma de suas atribuições será aprimorar o conhecimento e a gestão do BNDES no tratamento das questões ambientais, contribuindo para maior participação do Banco nos fóruns internacionais sobre temas que afetem o setor. A nova área também será responsável pelo desenvolvimento de produtos financeiros voltados para o meio ambiente. Um dos objetivos é realizar operações de financiamento, de renda fixa ou variável, que viabilizem projetos voltados para eficiência energética, desenvolvimento tecnológico dirigido ao meio ambiente, mitigação de mudanças climáticas, florestas ou outras atividades sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento de mercados de carbono e projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) no Brasil.
INVESTIMENTOS PARA USO SUSTENTAVEL DA FLORESTA
FUNDO AMAZONIA - INVESTIMENTOS
Natureza e Finalidade
O Fundo Amazônia tem por finalidade captar doações para investimentos não-reembolsáveis em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, e de promoção da conservação e do uso sustentável das florestas no bioma amazônico, nos termos do Decreto no 6.527, de 1º de agosto de 2008.
Ações de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal
Os esforços brasileiros para redução do desmatamento na Amazônia brasileira são internacionalmente reconhecidos. Inicialmente, em função do pioneirismo tecnológico do País em monitorar as mudanças na cobertura florestal, realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, desde 1988, e também, pelos recentes êxitos de ações que ocasionaram a reversão do incremento das taxas anuais de desmatamento, algumas delas abaixo descritas.
O Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal - PPCDAM, integrado inicialmente por 13 Ministérios do Governo Federal, sob coordenação direta da Casa Civil da Presidência da República, e em execução desde 2004, é um arranjo de ação governamental cujos resultados contribuíram significativamente para a queda do desmatamento, obtendo, por exemplo, uma redução de 59% da taxa de desmatamento no período 2005-2007.
Há também outros exemplos dos esforços que o País vem fazendo para coibir o desmatamento ilegal na Amazônia, como por exemplo, a implementação dos modelos de gestão de Florestas Públicas foram introduzidos recentemente no ordenamento jurídico brasileiro por intermédio da Lei 11.286, de 2 de março de 2006. E para o novo período de 2008 a 2011, o governo está planejando investir através de seu Plano Plurianual (PPA) aproximadamente US$ 500 milhões em iniciativas relacionadas ao PPCDAM.
Complementarmente ao PPCDAM, a sociedade da região vem discutindo, desde o ano de 2003, as diretrizes para um novo modelo de desenvolvimento, consubstanciadas no Plano Amazônia Sustentável - PAS, cujo lançamento oficial se realizou no dia 8 de maio de 2008. O PAS reúne um conjunto de diretrizes estratégicas para referenciar as políticas governamentais, os investimentos privados e o atendimento às demandas da sociedade.
Entretanto, há um longo caminho a percorrer para tornar a floresta em pé mais atrativa, do ponto de vista econômico e social, do que a sua simples derrubada para a formação de pastos e lavouras. Pois à medida que se reduzem os índices de desmatamento, mais onerosos ficam os meios que impliquem novas e sucessivas reduções, exigindo, cada vez mais, uma definição quanto ao modelo de desenvolvimento a ser adotado na Amazônia, que valorize e proteja seu patrimônio, que favoreça sua diversidade social e étnica, elevando a qualidade de vida da população. Sendo assim novos avanços exigirão da sociedade brasileira e dos governos federal e estaduais ações cada vez mais sofisticadas.
GestãoO Fundo Amazônia será gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, que também se incumbirá da captação de recursos, da contratação e do monitoramento dos projetos e ações apoiados. O Fundo Amazônia conta com um Comitê Orientador - COFA, com a atribuição de determinar suas diretrizes e acompanhar os resultados obtidos; e com um Comitê Técnico - CTFA, nomeado pelo Ministério do Meio Ambiente, cujo papel é atestar as emissões oriundas de desmatamentos na Amazônia. O Comitê Técnico, conforme acima mencionado, atestará os cálculos apresentados pelo Ministério do Meio Ambiente quanto às reduções efetivas de Emissões de Carbono Oriundas de Desmatamento, apreciando as metodologias de cálculo da área de desmatamento e a quantidade de carbono por hectare utilizada no cálculo das emissões. O Comitê Técnico será composto por seis especialistas de notório saber técnico-científico designados pelo Ministério do Meio Ambiente, após consulta ao Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, para mandato de três anos, prorrogável uma vez por igual período.
Patrimônio e ReceitasOs recursos que integram o patrimônio do Fundo Amazônia serão compostos das doações e das remunerações líquidas provenientes da aplicação de suas disponibilidades. Os doadores deverão depositar os recursos em conta bancária específica de titularidade do BNDES, no Brasil, que será informada após entendimentos entre as partes quanto à efetivação da doação. O saldo dos recursos do Fundo Amazônia não utilizados até o final de cada exercício será transferido para o exercício seguinte em proveito do mesmo Fundo, acrescidos das remunerações líquidas provenientes da aplicação de suas disponibilidades. O exercício Social do Fundo coincidirá com o exercício social do BNDES.
Áreas Temáticas e Resultados EsperadosO Fundo Amazônia apoiará projetos nas seguintes áreas:
Gestão de florestas públicas e áreas protegidas;
Controle, monitoramento e fiscalização ambiental;
Manejo florestal sustentável;
Atividades econômicas desenvolvidas a partir do uso sustentável da floresta;
Zoneamento ecológico e econômico, ordenamento territorial e regularização fundiária;
Conservação e uso sustentável da biodiversidade; e
Recuperação de áreas desmatadas. Adicionalmente, o Fundo Amazônia poderá apoiar o desenvolvimento de sistemas de monitoramento e controle do desmatamento em outros biomas brasileiros e em outros países tropicais. Além da redução das emissões de gases de efeito estufa, as áreas temáticas propostas para apoio pelo Fundo Amazônia podem ser coordenadas de forma a contribuir para a obtenção de resultados significativos na implementação de seus objetivos de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e de promoção da conservação e do uso sustentável das florestas no bioma amazônico.
Como fazer doaçõesO Fundo Amazônia já está preparado para receber doações de governos, instituições multilaterais, organizações não governamentais e empresas e está se estruturando para futuramente receber doações também de pessoas físicas. Para fazer doações ou obter outras informações, escreva para fundoamazonia@bndes.gov.br ou telefone para o Departamento de Gestão do Fundo Amazônia: (21) 2172-7354.
Como apresentar projetosVisando maximizar a eficiência operacional e melhor distribuir os trabalhos de análise e acompanhamento dos projetos e seus resultados pelo BNDES, as áreas de aplicação do Fundo Amazônia, para fins operacionais, serão agrupadas nas seguintes modalidades:
Áreas Protegidas (Gestão e Serviços Ambientais);
Atividades Produtivas Sustentáveis;
Desenvolvimento Científico e Tecnológico Aplicado ao Uso Sustentável da Biodiversidade; e
Desenvolvimento Institucional e Aperfeiçoamento de Mecanismos de Controle. Veja: Condições de Apoio do Fundo Amazônia e como apresentar projetos
Notícias publicadas no site do BNDES:
BNDES recebe US$ 110 milhões da Noruega para Fundo Amazônia 25.03.09
Comitê Orientador do Fundo Amazônia é instalado na sede do BNDES 24.10.08
Ambientalistas nacionais e estrangeiros discutem aquecimento global no BNDES 10.10.08
Presidente Lula assina decreto para criar Fundo Amazônia no BNDES 31.07.08
Publicado por FPProjetosBrasil en 20:09 0 comentarios
Natureza e Finalidade
O Fundo Amazônia tem por finalidade captar doações para investimentos não-reembolsáveis em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, e de promoção da conservação e do uso sustentável das florestas no bioma amazônico, nos termos do Decreto no 6.527, de 1º de agosto de 2008.
Ações de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal
Os esforços brasileiros para redução do desmatamento na Amazônia brasileira são internacionalmente reconhecidos. Inicialmente, em função do pioneirismo tecnológico do País em monitorar as mudanças na cobertura florestal, realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, desde 1988, e também, pelos recentes êxitos de ações que ocasionaram a reversão do incremento das taxas anuais de desmatamento, algumas delas abaixo descritas.
O Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal - PPCDAM, integrado inicialmente por 13 Ministérios do Governo Federal, sob coordenação direta da Casa Civil da Presidência da República, e em execução desde 2004, é um arranjo de ação governamental cujos resultados contribuíram significativamente para a queda do desmatamento, obtendo, por exemplo, uma redução de 59% da taxa de desmatamento no período 2005-2007.
Há também outros exemplos dos esforços que o País vem fazendo para coibir o desmatamento ilegal na Amazônia, como por exemplo, a implementação dos modelos de gestão de Florestas Públicas foram introduzidos recentemente no ordenamento jurídico brasileiro por intermédio da Lei 11.286, de 2 de março de 2006. E para o novo período de 2008 a 2011, o governo está planejando investir através de seu Plano Plurianual (PPA) aproximadamente US$ 500 milhões em iniciativas relacionadas ao PPCDAM.
Complementarmente ao PPCDAM, a sociedade da região vem discutindo, desde o ano de 2003, as diretrizes para um novo modelo de desenvolvimento, consubstanciadas no Plano Amazônia Sustentável - PAS, cujo lançamento oficial se realizou no dia 8 de maio de 2008. O PAS reúne um conjunto de diretrizes estratégicas para referenciar as políticas governamentais, os investimentos privados e o atendimento às demandas da sociedade.
Entretanto, há um longo caminho a percorrer para tornar a floresta em pé mais atrativa, do ponto de vista econômico e social, do que a sua simples derrubada para a formação de pastos e lavouras. Pois à medida que se reduzem os índices de desmatamento, mais onerosos ficam os meios que impliquem novas e sucessivas reduções, exigindo, cada vez mais, uma definição quanto ao modelo de desenvolvimento a ser adotado na Amazônia, que valorize e proteja seu patrimônio, que favoreça sua diversidade social e étnica, elevando a qualidade de vida da população. Sendo assim novos avanços exigirão da sociedade brasileira e dos governos federal e estaduais ações cada vez mais sofisticadas.
GestãoO Fundo Amazônia será gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, que também se incumbirá da captação de recursos, da contratação e do monitoramento dos projetos e ações apoiados. O Fundo Amazônia conta com um Comitê Orientador - COFA, com a atribuição de determinar suas diretrizes e acompanhar os resultados obtidos; e com um Comitê Técnico - CTFA, nomeado pelo Ministério do Meio Ambiente, cujo papel é atestar as emissões oriundas de desmatamentos na Amazônia. O Comitê Técnico, conforme acima mencionado, atestará os cálculos apresentados pelo Ministério do Meio Ambiente quanto às reduções efetivas de Emissões de Carbono Oriundas de Desmatamento, apreciando as metodologias de cálculo da área de desmatamento e a quantidade de carbono por hectare utilizada no cálculo das emissões. O Comitê Técnico será composto por seis especialistas de notório saber técnico-científico designados pelo Ministério do Meio Ambiente, após consulta ao Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, para mandato de três anos, prorrogável uma vez por igual período.
Patrimônio e ReceitasOs recursos que integram o patrimônio do Fundo Amazônia serão compostos das doações e das remunerações líquidas provenientes da aplicação de suas disponibilidades. Os doadores deverão depositar os recursos em conta bancária específica de titularidade do BNDES, no Brasil, que será informada após entendimentos entre as partes quanto à efetivação da doação. O saldo dos recursos do Fundo Amazônia não utilizados até o final de cada exercício será transferido para o exercício seguinte em proveito do mesmo Fundo, acrescidos das remunerações líquidas provenientes da aplicação de suas disponibilidades. O exercício Social do Fundo coincidirá com o exercício social do BNDES.
Áreas Temáticas e Resultados EsperadosO Fundo Amazônia apoiará projetos nas seguintes áreas:
Gestão de florestas públicas e áreas protegidas;
Controle, monitoramento e fiscalização ambiental;
Manejo florestal sustentável;
Atividades econômicas desenvolvidas a partir do uso sustentável da floresta;
Zoneamento ecológico e econômico, ordenamento territorial e regularização fundiária;
Conservação e uso sustentável da biodiversidade; e
Recuperação de áreas desmatadas. Adicionalmente, o Fundo Amazônia poderá apoiar o desenvolvimento de sistemas de monitoramento e controle do desmatamento em outros biomas brasileiros e em outros países tropicais. Além da redução das emissões de gases de efeito estufa, as áreas temáticas propostas para apoio pelo Fundo Amazônia podem ser coordenadas de forma a contribuir para a obtenção de resultados significativos na implementação de seus objetivos de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e de promoção da conservação e do uso sustentável das florestas no bioma amazônico.
Como fazer doaçõesO Fundo Amazônia já está preparado para receber doações de governos, instituições multilaterais, organizações não governamentais e empresas e está se estruturando para futuramente receber doações também de pessoas físicas. Para fazer doações ou obter outras informações, escreva para fundoamazonia@bndes.gov.br ou telefone para o Departamento de Gestão do Fundo Amazônia: (21) 2172-7354.
Como apresentar projetosVisando maximizar a eficiência operacional e melhor distribuir os trabalhos de análise e acompanhamento dos projetos e seus resultados pelo BNDES, as áreas de aplicação do Fundo Amazônia, para fins operacionais, serão agrupadas nas seguintes modalidades:
Áreas Protegidas (Gestão e Serviços Ambientais);
Atividades Produtivas Sustentáveis;
Desenvolvimento Científico e Tecnológico Aplicado ao Uso Sustentável da Biodiversidade; e
Desenvolvimento Institucional e Aperfeiçoamento de Mecanismos de Controle. Veja: Condições de Apoio do Fundo Amazônia e como apresentar projetos
Notícias publicadas no site do BNDES:
BNDES recebe US$ 110 milhões da Noruega para Fundo Amazônia 25.03.09
Comitê Orientador do Fundo Amazônia é instalado na sede do BNDES 24.10.08
Ambientalistas nacionais e estrangeiros discutem aquecimento global no BNDES 10.10.08
Presidente Lula assina decreto para criar Fundo Amazônia no BNDES 31.07.08
Publicado por FPProjetosBrasil en 20:09 0 comentarios
REFLORESTAMENTO BRASIL
MODELO DE APOYO AO REFLORESTAMENTO
Apoio ao Reflorestamento de Carajás - REFLORESTA
O BNDES, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente - MMA, criou, em abril de 2007, a REFLORESTA, linha de crédito para apoiar o desenvolvimento da silvicultura no Distrito Florestal Sustentável de Carajás, por intermédio: (1) do apoio ao plantio comercial de espécies de rápido crescimento; e (2) do apoio ao plantio de espécies nativas, conforme as condições a seguir:
Financiamento ao plantio de espécies florestais de rápido crescimento
ObjetivoFinanciamento a plantios comerciais com espécies exóticas ou nativas em áreas próprias ou arrendadas e ao fomento florestal.
BeneficiáriosEmpresas de base florestal que comprovem regularidade ambiental (licenças, acordos de compromisso ambiental e acordos de ajustamento de conduta, conforme o caso).
Itens Financiáveis
Investimentos nas atividades de plantio, reforma, rebrota e manutenção em áreas próprias e de terceiros.
Fomento florestal através da antecipação de receita na forma de compra antecipada da madeira produzida em área de terceiros.
Gastos para obtenção de Certificação Florestal
Modalidade OperacionalOperação Direta (realizada diretamente com o BNDES)
Condições FinanceirasTaxa de Juros: Custo Financeiro + Remuneração Básica do BNDES de 1,0% a.a. + Taxa de Risco de Crédito
Prazo TotalAté 108 meses, incluído o prazo de carência de até 84 meses.
Nível de ParticipaçãoAté 90% dos itens financiáveis para grandes empresas e até 100% dos itens financiáveis para MPMEs.
Financiamento ao plantio de florestas com espécies nativas
ObjetivoFinanciamento a plantios de espécies nativas para a recomposição de áreas e para a exploração comercial, sob orientação da EMBRAPA.
BeneficiáriosPessoas jurídicas que comprovem regularidade ambiental (licenças, acordos de compromisso ambiental e acordos de ajustamento de conduta, conforme o caso).
Itens Financiáveis
Investimentos nas atividades de plantio, reforma, rebrota e manutenção em áreas próprias e de terceiros.
Gastos para obtenção de Certificação Florestal
Modalidade OperacionalOperação Direta (realizada diretamente com o BNDES)
Condições FinanceirasTaxa de Juros: TJLP + Remuneração Básica do BNDES de 1,0% a.a. + Taxa de Risco de Crédito
Prazo TotalAté 180 meses, sendo os prazos de carência e de amortização definidos conforme o modelo de exploração comercial do plantio financiado.
Nível de ParticipaçãoAté 100% dos itens financiáveis para MPMEs.
EncaminhamentoAs solicitações de apoio são encaminhadas ao BNDES por meio de Carta-Consulta - preenchida segundo as orientações do Roteiro de Informações para Consulta Prévia - enviada pela empresa interessada, ao:Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDESÁrea de Planejamento-APDepartamento de Prioridades-DEPRIAv. República do Chile, 100 - Protocolo - Térreo20031-917 - Rio de Janeiro, RJ
Volta para Meio Ambiente
Todos os direitos reservados ao BNDES. Melhor visualizado em 800X600 pixels.
Publicado por FPProjetosBrasil en 20:41 0 comentarios
Apoio ao Reflorestamento de Carajás - REFLORESTA
O BNDES, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente - MMA, criou, em abril de 2007, a REFLORESTA, linha de crédito para apoiar o desenvolvimento da silvicultura no Distrito Florestal Sustentável de Carajás, por intermédio: (1) do apoio ao plantio comercial de espécies de rápido crescimento; e (2) do apoio ao plantio de espécies nativas, conforme as condições a seguir:
Financiamento ao plantio de espécies florestais de rápido crescimento
ObjetivoFinanciamento a plantios comerciais com espécies exóticas ou nativas em áreas próprias ou arrendadas e ao fomento florestal.
BeneficiáriosEmpresas de base florestal que comprovem regularidade ambiental (licenças, acordos de compromisso ambiental e acordos de ajustamento de conduta, conforme o caso).
Itens Financiáveis
Investimentos nas atividades de plantio, reforma, rebrota e manutenção em áreas próprias e de terceiros.
Fomento florestal através da antecipação de receita na forma de compra antecipada da madeira produzida em área de terceiros.
Gastos para obtenção de Certificação Florestal
Modalidade OperacionalOperação Direta (realizada diretamente com o BNDES)
Condições FinanceirasTaxa de Juros: Custo Financeiro + Remuneração Básica do BNDES de 1,0% a.a. + Taxa de Risco de Crédito
Prazo TotalAté 108 meses, incluído o prazo de carência de até 84 meses.
Nível de ParticipaçãoAté 90% dos itens financiáveis para grandes empresas e até 100% dos itens financiáveis para MPMEs.
Financiamento ao plantio de florestas com espécies nativas
ObjetivoFinanciamento a plantios de espécies nativas para a recomposição de áreas e para a exploração comercial, sob orientação da EMBRAPA.
BeneficiáriosPessoas jurídicas que comprovem regularidade ambiental (licenças, acordos de compromisso ambiental e acordos de ajustamento de conduta, conforme o caso).
Itens Financiáveis
Investimentos nas atividades de plantio, reforma, rebrota e manutenção em áreas próprias e de terceiros.
Gastos para obtenção de Certificação Florestal
Modalidade OperacionalOperação Direta (realizada diretamente com o BNDES)
Condições FinanceirasTaxa de Juros: TJLP + Remuneração Básica do BNDES de 1,0% a.a. + Taxa de Risco de Crédito
Prazo TotalAté 180 meses, sendo os prazos de carência e de amortização definidos conforme o modelo de exploração comercial do plantio financiado.
Nível de ParticipaçãoAté 100% dos itens financiáveis para MPMEs.
EncaminhamentoAs solicitações de apoio são encaminhadas ao BNDES por meio de Carta-Consulta - preenchida segundo as orientações do Roteiro de Informações para Consulta Prévia - enviada pela empresa interessada, ao:Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDESÁrea de Planejamento-APDepartamento de Prioridades-DEPRIAv. República do Chile, 100 - Protocolo - Térreo20031-917 - Rio de Janeiro, RJ
Volta para Meio Ambiente
Todos os direitos reservados ao BNDES. Melhor visualizado em 800X600 pixels.
Publicado por FPProjetosBrasil en 20:41 0 comentarios
Suscribirse a:
Comentarios (Atom)