AGRONEGÓCIOS - 30% da carne exportada no mundo sai do Brasil / Maria Gabriela Tonini
Em 2008 cerca de 30% de toda a carne bovina exportada no mundo teve origem no Brasil.
Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em 2008 as exportações de carne bovina do mundo totalizaram 7,5 milhões de toneladas equivalente carcaça (tec). O Brasil exportou 2,2 milhões de tec segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), portanto uma representatividade de 30% aproximadamente.
Observe na figura 1 que desde 1996 a participação do Brasil no mercado mundial de carne bovina só aumentou. Passou de uma singela participação de 5,7% em 1996 para os atuais 30%, sendo que eu 2006 e 2007, essa parcela ultrapassou os 30%.
A melhoria do status sanitário do Brasil, o aumento da produção de carne, a melhoria dos processos de produção e industrialização favoreceram esse aumento na importância da carne brasileira no mercado internacional.
domingo, 19 de julio de 2009
sábado, 18 de julio de 2009
PROYECTOS EN FERTILIZANTES
Vale prefere projetos próprios em fertilizantes
Valor Online , 17/07/2009 18:15
A Vale negou ter feito proposta para aquisição de empresas do setor de fertilizantes, embora tenha admitido ser frequentemente procurada por intermediários financeiros com o propósito de oferecer oportunidades de aquisição de empresas produtoras de fertilizantes.
"Contudo, tendo em vista a superioridade de nossas alternativas de crescimento orgânico, a Vale não realizou qualquer proposta com vistas a adquirir empresas do setor", diz a nota divulgada pela mineradora.
O comunicado da Vale foi divulgado um dia depois de a imprensa veicular notícias sobre uma possível oferta de US$ 25 bilhões para a compra da Mosaic, empresa produtora de fosfato e potássio controlada pela Cargill.
"Dado que dispõe de sólida posição financeira e possui clara estratégia de crescimento de sua capacidade de produção, a qual vem sendo implementada através de substancial volume de investimentos nos últimos anos, somando US$ 51,7 bilhões de 2004 até março de 2009, a Vale se constitui naturalmente em alvo de rumores e especulações sobre aquisições de empresas de mineração", acrescenta o comunicado da Vale.
No documento, a mineradora admite que a expansão de suas atividades no setor de fertilizantes é um objetivo estratégico, mas lembra que há diversas formas de concretizá-lo com oportunidades de crescimento orgânico.
Entre as opções listadas pela Vale estão os projetos de desenvolvimento de ativos para a produção de potássio de Carnalita, no Estado de Sergipe, no Brasil; Rio Colorado e Neuquén, na Argentina; Regina, no Canadá; e Evate, em Moçambique.
"A execução desses projetos transformará a Vale num dos líderes globais na produção de potássio, com produção estimada em mais de 12 milhões de toneladas anuais", afirma a nota.
A empresa diz ainda que o retorno esperado dos projetos próprios é maior que aquele proporcionado por aquisições no setor.
A Vale desenvolve ainda o projeto de Bayóvar, no Peru, com investimento total orçado em US$ 479 milhões e capacidade de produção anual de 3,9 milhões de toneladas anuais de concentrado fosfórico. Até o final de junho deste ano, foram investidos US$ 159,3 milhões na construção de Bayóvar, cuja conclusão está prevista para o final de 2010. Numa segunda fase, Bayóvar poderá atingir produção total de 7,3 milhões de toneladas anuais.
Valor Online , 17/07/2009 18:15
A Vale negou ter feito proposta para aquisição de empresas do setor de fertilizantes, embora tenha admitido ser frequentemente procurada por intermediários financeiros com o propósito de oferecer oportunidades de aquisição de empresas produtoras de fertilizantes.
"Contudo, tendo em vista a superioridade de nossas alternativas de crescimento orgânico, a Vale não realizou qualquer proposta com vistas a adquirir empresas do setor", diz a nota divulgada pela mineradora.
O comunicado da Vale foi divulgado um dia depois de a imprensa veicular notícias sobre uma possível oferta de US$ 25 bilhões para a compra da Mosaic, empresa produtora de fosfato e potássio controlada pela Cargill.
"Dado que dispõe de sólida posição financeira e possui clara estratégia de crescimento de sua capacidade de produção, a qual vem sendo implementada através de substancial volume de investimentos nos últimos anos, somando US$ 51,7 bilhões de 2004 até março de 2009, a Vale se constitui naturalmente em alvo de rumores e especulações sobre aquisições de empresas de mineração", acrescenta o comunicado da Vale.
No documento, a mineradora admite que a expansão de suas atividades no setor de fertilizantes é um objetivo estratégico, mas lembra que há diversas formas de concretizá-lo com oportunidades de crescimento orgânico.
Entre as opções listadas pela Vale estão os projetos de desenvolvimento de ativos para a produção de potássio de Carnalita, no Estado de Sergipe, no Brasil; Rio Colorado e Neuquén, na Argentina; Regina, no Canadá; e Evate, em Moçambique.
"A execução desses projetos transformará a Vale num dos líderes globais na produção de potássio, com produção estimada em mais de 12 milhões de toneladas anuais", afirma a nota.
A empresa diz ainda que o retorno esperado dos projetos próprios é maior que aquele proporcionado por aquisições no setor.
A Vale desenvolve ainda o projeto de Bayóvar, no Peru, com investimento total orçado em US$ 479 milhões e capacidade de produção anual de 3,9 milhões de toneladas anuais de concentrado fosfórico. Até o final de junho deste ano, foram investidos US$ 159,3 milhões na construção de Bayóvar, cuja conclusão está prevista para o final de 2010. Numa segunda fase, Bayóvar poderá atingir produção total de 7,3 milhões de toneladas anuais.
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